Algodão TMG cresce junto com a expansão da cultura no Brasil

Publicado em: 16/07/2019

Os números comprovam: as sementes de algodão da Tropical Melhoramento & Genética (TMG) se consolidaram no mercado e representam hoje 39% de participação na cotonicultura brasileira, ocupando a segunda colocação. Os últimos cinco anos foram de crescimento consecutivo em volume comercializado e da safra 2017/18 para 2018/19 o aumento foi de 52%. A TMG tem cumprido com êxito a sua missão de desenvolver cultivares de algodão com alto potencial produtivo e qualidade de fibra, atributos que atendem as demandas dos produtores e do mercado.

Quando o Programa de Melhoramento Genético de Algodão da TMG foi concebido esses eram os principais propósitos a serem atingidos, além da seleção de traits nativos para a resistência e tolerância às principais doenças do algodão. Neste sentido, a empresa desenvolveu soluções genéticas para problemas fitossanitários e oferece cultivares com resistência à doença azul, à bacteriose do algodoeiro, com a tecnologia TN (Tolerância a Nematoides), que permite ganhos de produtividade mesmo em áreas com a presença de nematoides das galhas e reniforme, e a Tecnologia RX, de tolerância à ramulária e um dos maiores exemplos de sucesso. Inédita e única no mundo, a ferramenta possibilita redução do número de aplicações de fungicidas em comparação com cultivares suscetíveis.

Para trazer ao mercado cultivares com ganhos expressivos na qualidade de fibra foi necessário investimento e várias ações. A TMG 44B2RF é uma das variedades do portfólio atual que atende esse requisito e está entre as cinco mais plantadas dessa safra. Além do alto teto produtivo e tolerância à ramulária, tem excepcional qualidade de fibra padrão exportação, gerando aos produtores ágio na comercialização. Outra grande conquista que figura como a segunda cultivar mais plantada do mercado pela segunda safra consecutiva é a TMG 81WS, disponível desde 2013/14, altamente produtiva, com tolerância ao nematoide das galhas, sistema radicular agressivo e crescimento vigoroso.

Em termos de competitividade, os desafios da cotonicultura brasileira a médio e longo prazo são enormes, principalmente em decorrência do crescente aumento do custo de produção e elevados níveis de problemas fitossanitários. A TMG vai continuar desenvolvendo cultivares produtivas e com qualidade de fibra, a buscar constantemente novas soluções genéticas de traits nativos e agregar ao portfólio novas tecnologias e traits transgênicos.

Já para as próximas safras, a novidade da empresa para o mercado de algodão será o lançamento de novas variedades com as tecnologias B3RF e WS3, que conferem maior espectro de controle de lepidopteros devido a característica de expressão da proteína Vip3A.

Este conteúdo foi originalmente publicado no Anuário Brasileiro do Algodão 2019, da Editora Gazeta, distribuído no mês de junho/19.