Entregar cultivares produtivas é o nosso compromisso. Contribuir para o desenvolvimento da agricultura, através de pesquisa e inovação, potencializando os resultados dos produtores, é o nosso propósito.

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O agronegócio se refere a todas as atividades econômicas relacionadas ao comércio de produtos agrícolas.

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TMG – Sou de Algodão
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TMG – Sou de Algodão

Você conhece o Sou de Algodão? É um movimento brasileiro iniciado pela @abrapabrasil para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. 
Nós da TMG temos orgulho em fazer parte deste movimento como marca apoiadora. 
A ideia é engajar os agentes da cadeia produtiva e da indústria têxtil dessa fibra para mostrar o quanto o algodão brasileiro é valioso. O nosso país é o maior fornecedor de algodão sustentável do mundo e isso é incrível!
O Sou de Algodão colabora justamente para que a jornada deste produto seja ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente responsável. 
Ao escolher o algodão, o consumidor valoriza a origem da peça que está vestindo, ajuda a manter o nosso sistema de produção da fibra e colabora com a economia nacional. Assim, vamos gerando demanda para o nosso produto em uma relação onde todos saem ganhando.

Se você também quer saber mais, apoiar e acompanhar, acesse WWW.soudealgodao.com.br

Cultivar mais plantada do Brasil gera mais rentabilidade frente à concorrente
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Cultivar mais plantada do Brasil gera mais rentabilidade frente à concorrente

A TMG 44B2RF, cultivar de algodão líder de plantio na safra 2019/20 segundo pesquisa BIP® da Spark 2020, foi destaque de um estudo de caso nessa safra no sul de Mato Grosso com incremento de 37% na rentabilidade, em  relação a uma cultivar concorrente de mesmo ciclo. O percentual equivale a 20 @ de pluma por hectare de lucro para o produtor.

De acordo com o comparativo fornecido pelo produtor rural, a cultivar TMG obteve várias vantagens competitivas, como menor custo com fungicida e inseticida. Entre todos os gastos operacionais, a redução com a TMG 44B2RF em relação à concorrente foi de 24%, o mesmo que 19 @ de pluma/ha.

A economia com fungicida chama a atenção. Enquanto o custo da TMG 44 foi de 1,9  @ de pluma/ha, equivalente a três aplicações, a concorrente teve o custo de 5,2  @ de pluma/ha e seis aplicações. A diferença se deve à presença da  Tecnologia RX, de tolerância à ramulária,  atributo com importância econômica e ambiental  presente na TMG 44B2RF.

Além da economia no custo, a produtividade em pluma foi de 1,4 @/pluma por ha a mais para a cultivar TMG, que obteve 131,8 @ de pluma/ha, enquanto a concorrente 130,4 @ de pluma/ha.  

O estudo considerou valor médio a R$ 90,00 @/pluma e rendimento de fibra de 40% para ambas cultivares.

Cultivar TMG 44 B2RF é líder de plantio na safra 2019/20
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Cultivar TMG 44 B2RF é líder de plantio na safra 2019/20

A TMG – Tropical Melhoramento e Genética apresenta, há mais de cinco safras, crescimento no mercado nacional de sementes de algodão. Com participação atual de 38%, ocupa mais de 1/3 de toda a área plantada com a cultura no Brasil. A pesquisa BIP® (Business Inteligence Panel) da Spark, divulgada no mês de agosto e com dados da safra de algodão 2019/20, concluiu que pela segunda safra seguida a cultivar líder de mercado é da TMG. A TMG 44 B2RF foi a mais plantada no Brasil e em Mato Grosso.

O levantamento aponta, ainda, os fatores de escolha da TMG 44 B2RF, cultivada em 24% das lavouras, segundo a pesquisa. Entre os principais motivos de compra da cultivar, indicados pelos produtores entrevistados, estão a qualidade de fibra, a produtividade e a resistência às doenças fúngicas. “Estamos trabalhando para alcançar a liderança em sementes de algodão no país em breve, portanto, o reconhecimento do cotonicultor é para nós uma grande responsabilidade porque sabemos da importância de contribuir com a agricultura”, pontua Francisco Soares, diretor presidente da TMG.

Em mais uma safra, a TMG 44 B2RF é destaque de alta produtividade em todo o cerrado, principalmente Mato Grosso, Bahia e Mato Grosso do Sul. Entre os inúmeros resultados dos produtores de algodão com a cultivar líder de plantio, um é da Fazenda Ceolin, localizada em São Desidério, oeste baiano, que colheu 421 arrobas por hectare (@/ha), em área de 281 hectares. Em Costa Rica (MS), o resultado da Fazenda Conquista foi de 381,4 @/ha em 270 ha.

Empresa multiplataforma em biotecnologias

Com a missão de desenvolver soluções genéticas para entregar produtividade e rentabilidade aos agricultores, a TMG conduz seu Programa de Melhoramento Genético de Algodão com diversas parcerias em biotecnologias, as mais modernas do mercado, o que permite incorporar às cultivares TMG características que são primordiais para o cotonicultor. “Somos multiplataforma em biotecnologias porque as parcerias inovadoras estão em nosso DNA e buscamos nos antecipar às necessidades do produtor e do campo, que são sempre desafiadoras”, destaca Francisco.

A prova disso é que hoje a TMG já oferece ao mercado praticamente todas as biotecnologias disponíveis para a cultura. Para a safra 2020/21, a companhia lançou duas novas cultivares WideStrike®3, da Corteva Agriscience.

A cultivar TMG 50 WS3 tem como pontos fortes a precocidade, o alto potencial produtivo, tolerância à ramulária e ótima qualidade de fibra. A TMG 91 WS3 é uma cultivar de alto teto produtivo também, com destaque para sua ampla adaptabilidade, excelente arranque inicial e boa sanidade de planta. Além de Mato Grosso e Bahia, são indicadas para Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Minas Gerais e São Paulo.

O portfólio completo pode ser conferido no Giro Tecnológico do Algodão, gravado em lavouras de todas as regiões que produzem pluma e com direcionamentos técnicos para o produtor ter excelentes resultados. Acesse www.tmg.agr.br/giroalgodao.

 

Texto publicado originalmente no Anuário de Algodão 2020, editado pela Editora Gazeta, distribuído em outubro/20.

AgBiome e TMG se unem para desenvolver algodão resistente ao bicudo
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AgBiome e TMG se unem para desenvolver algodão resistente ao bicudo

A AgBiome, líder no desenvolvimento de produtos biológicos inovadores e a TMG – Tropical Melhoramento e Genética, empresa brasileira de melhoramento genético de soja, algodão e milho, anunciaram hoje uma parceria global de pesquisa e desenvolvimento. O objetivo é descobrir e desenvolver novos modos de ação para o controle do Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) através de transgenia.

A parceria irá unir a plataforma de sucesso Genesis da AgBiome com o germoplasma e Programa de Melhoramento de Algodão da TMG para fornecer soluções genéticas aos agricultores em todo o mundo. Com a adoção dessas futuras tecnologias, o número de aplicações de inseticidas para o controle do bicudo pode ser reduzido, impactando muito menos o meio ambiente e, ainda, pode aumentar significativamente a rentabilidade do produtor rural.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de algodão e o segundo maior exportador da fibra, com a TMG presente em 38% das lavouras de algodão do cerrado brasileiro na safra 2019/20. No Brasil e mercados adjacentes, o controle químico é hoje uma das principais formas de manejo do bicudo-do-algodoeiro nas lavouras.

“Nos Estados Unidos, a erradicação do bicudo tem sido bastante bem-sucedida. Internacionalmente e em países como o Brasil, a praga persiste e só é controlada com múltiplas aplicações de produtos químicos. Estamos entusiasmados para começar nosso trabalho com a TMG e esperamos descobrir novas soluções que são tão eficazes quanto as existentes hoje”, destaca Dan Tomso, diretor de Negócios da AgBiome.

Para Francisco Soares, diretor presidente da TMG, a parceria é promissora. “Os recursos e capacidades complementares que a TMG e a AgBiome trazem para esta parceria fornecerão inovações fundamentais para o sucesso futuro dos produtores de algodão”, completa.

Tracy Raines, diretora de Inovação da AgBiome, pontua que parcerias globais são importantes para a missão da empresa de fornecer soluções de proteção de cultivos e aos agricultores em todo o mundo. “Esta colaboração alavanca os pontos fortes de ambas as organizações para desenvolver uma solução para mitigar um problema tão devastador para os produtores de algodão”.

Alexandre Garcia, gerente de Pesquisa da TMG, pontua que a companhia tem uma longa história de fornecimento de soluções genéticas que, ao longo dos anos, vem contribuindo para a demanda mundial por alimentos e fibras de forma sustentável. “Esta nova iniciativa de pesquisa está perfeitamente alinhada com nossa estratégia e mostra o compromisso que ambas as empresas têm em trazer as melhores alternativas para os produtores”, define.

 

Sobre a TMG

A TMG (Tropical Melhoramento e Genética S/A) é uma empresa independente de melhoramento de soja, algodão e milho com base no Brasil, com instalações de última geração que permitem o desenvolvimento rápido de novas cultivares, adaptadas a diferentes locais do mundo. A TMG está focada em desenvolver soluções genéticas para entregar produtividade e rentabilidade aos agricultores, que contribuam para atender a demanda mundial de grãos e fibras de forma sustentável. No algodão, a empresa desenvolve há 16 anos um programa de melhoramento genético focado nas necessidades dos cotonicultores e também foi pioneira ao lançar cultivares com tolerância à ramulária, principal doença do algodoeiro. Essas inovações levam um número maior de benefícios ao campo e ajudam a reduzir os custos de produção. 

Sobre a AgBiome®

 

AgBiome® faz parceria com o mundo microbiano para melhorar nosso planeta. A AgBiome descobre e desenvolve produtos biológicos e características inovadoras para proteção de culturas. A plataforma de descoberta patenteada GENESIS ™ captura com eficiência diversos micróbios únicos para aplicações relevantes para a agricultura e os analisa com os melhores ensaios da indústria para controle de insetos, doenças e nematoides. Por meio de sua subsidiária comercial, a AgBiome desenvolve e vende soluções próprias de proteção de cultivos. O primeiro deles, Howler®, é um fungicida revolucionário para o controle de doenças em uma ampla variedade de culturas. A AgBiome e a Genective formaram recentemente uma parceria estratégica para estabelecer um novo líder em características de insetos, um mercado com mais de U$ 5 bilhões em oportunidades anuais. A AgBiome tem uma colaboração global de P&D com a Elanco Animal Health Incorporated (NYSE: ELAN), para desenvolver produtos de saúde nutricional para suínos. A subsidiária LifeEDIT ™ da AgBiome implementa sistemas próprios de edição de genoma para tratar doenças genéticas humanas e características de cultivo de alto valor. Para obter mais informações, visite http://agbiome.com.

Corteva Agriscience e TMG levam inovação e proteção superior ao mercado de algodão com a tecnologia WideStrike®3
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Corteva Agriscience e TMG levam inovação e proteção superior ao mercado de algodão com a tecnologia WideStrike®3

A Corteva Agriscience e a Tropical Melhoramento & Genética (TMG) apresentam ao mercado de algodão a tecnologia WideStrike®3, que oferece proteção superior no controle das principais lagartas que atacam a cultura, causando grandes danos na produtividade e prejuízos econômicos ao setor. O algodão é uma das principais culturas para a agricultura brasileira, o País é o quinto maior produtor e segundo maior exportador mundial da fibra.

 

“Com esta parceria, a Corteva e a TMG unem suas expertises em tecnologia, inovação e genética para contribuir com o crescimento sustentável da cultura do algodão. Os avanços no controle de pragas e em cultivares mais produtivas têm sido decisivos para a conquista dos mercados nacional e internacional do algodão e WideStrike®3 vem ao encontro desta necessidade”, afirma Lucas Silveira, líder de Portfólio de Algodão da Corteva.

 

A biotecnologia WideStrike®3 contém as proteínas Cry1F, Cry1Ac e Vip3A das bactérias Bacillus thuringiensis, também conhecidas como Bt. As proteínas atuam em todos os tecidos da planta e por todo o ciclo da cultura, oferecendo maior poder de proteção e longevidade para o algodão e, consequentemente, maior produtividade e rentabilidade para os cotonicultores. A tecnologia, licenciada para a TMG no Brasil, está presente em variedades de alto potencial produtivo e excelente qualidade de fibra. O algodão da TMG ocupa mais de 1/3 da área plantada com a cultura no Brasil.

 

Francisco Soares, diretor-presidente da TMG, destaca que o foco da empresa sempre foi e se mantém sendo desenvolver cultivares que vão além da produtividade. “A parceria com a Corteva está relacionada ao nosso DNA de inovação, para nós é muito importante nos antecipar e atender o produtor com o melhor que a tecnologia oferece e, também, melhorar a competitividade de mercado para os nossos multiplicadores de sementes”. O executivo completa que os dois lançamentos da safra 2020/21, com a tecnologia WideStrike®3, dão robustez ao portfólio da TMG, que atende tanto as exigências do mercado nacional, como do mercado de exportação da pluma.

 

A cultivar TMG 50WS3 tem como pontos fortes a precocidade, o alto potencial produtivo, tolerância à ramulária e ótima qualidade de fibra. A TMG 91WS3 é uma cultivar de alto teto produtivo também, com destaque para sua ampla adaptabilidade, excelente arranque inicial e elevado peso de capulho. “Além de Mato Grosso e Bahia, as duas cultivares são indicadas para Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Minas Gerais e São Paulo”, pontua Soares.

 

A tecnologia WideStrike®3 atua no controle de uma grande variedade de lagartas importantes, entre elas a Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera), Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens), Lagarta-preta (Spodoptera cosmioides), Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Lagarta-das-vagens (Spodoptera eridania), Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) e a Lagarta-rosada-do-algodão (Pectinophora gossypiella).

 

Para garantir a longevidade da tecnologia e preservá-la como uma ferramenta útil de proteção da cultura do algodão nos próximos anos, as companhias possuem um plano de Manejo Integrado de Pragas (MIP) que engloba diversas ações, como controle de plantas daninhas e voluntárias, utilização do vazio sanitário, dessecação antecipada, uso de sementes certificadas, tratamento de sementes e refúgio. Estas ações em conjunto devem ser realizadas para uma produção cada vez mais sustentável.

Soja precoce é oportunidade para produtores de algodão irrigado iniciarem a safra mais cedo
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Soja precoce é oportunidade para produtores de algodão irrigado iniciarem a safra mais cedo

Na hora de planejar uma nova safra de soja, os produtores rurais e suas equipes precisam escolher as sementes com a maior assertividade possível para que se atinja a performance desejada na lavoura. Para áreas com cultivo de soja na primeira safra e algodão na segunda temporada, a escolha certa da cultivar de soja influencia diretamente no sucesso ou não da safra de algodão.

Desta forma, a soja precoce se tornou peça chave para produtores rurais do Oeste da Bahia conquistarem altas produtividade em ambas as culturas, pois proporciona o estabelecimento de uma safra de algodão (irrigado) ainda no mês de janeiro para colher em meados de julho. No estado, o algodão segunda safra pode ser semeado até 10 de fevereiro.

De acordo com o 2º levantamento da safra 2019/20, divulgado pela Associação de Produtores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a região Oeste da Bahia foi responsável por plantar uma área superior a 1,6 milhão de hectares de soja. Luiz Stahlke, assessor de agronegócio da Aiba, explica que desse total, cerca de 100 mil hectares foram destinados para a soja irrigada, dos quais aproximadamente 45 mil hectares também irrigados tiveram a oleaginosa semeada na abertura de plantio, a partir de 8 de outubro, para atender a janela de semeadura do algodão segunda safra.

Opção para o produtor

O produtor rural Augusto José Montani, do distrito de Roda Velha, em São Desidério (BA), tem boa parte de sua área destinada à soja precoce em pivô central, pois também cultiva algodão na sequência. Ele conta que na safra 2019/20 a cultivar escolhida foi a TMG 7067IPRO e que colheu 82 sacas por hectare em uma área de 96 hectares. “O ciclo dela foi de 90 a 92 dias, tem alta produtividade e como tem resistência à ferrugem dá mais segurança”, explica.

Além dessas características, Montani destaca que a cultivar demonstra estabilidade produtiva, pois na safra 2017/18 já havia plantado uma área teste em pivô, onde colheu 76 sacas por hectare. “Pretendo continuar com a TMG 7067 e na próxima safra teremos uma área maior de soja precoce”, define.

Com grupo de maturação 7.2 na região do cerrado brasileiro, além da precocidade adequada para a antecipação do algodão, a TMG 7067IPRO é uma cultivar com alto peso de grãos (PMG), ampla adaptabilidade e a combinação das tecnologias Inox® e Intacta RR2 PRO™.

De acordo com a Representante Técnico Comercial da TMG no Oeste Baiano, Simoni Ribas, para os produtores que pretendem semear a cultivar na abertura de plantio em pivô, a população recomendada é de 400 a 450 mil plantas finais por hectare.

Acesse aqui resultados de produtividade da cultivar na safra 2019/20.

 

 

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Cultivares de algodão TMG mostram diferenciais competitivos em qualidade de fibra
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Cultivares de algodão TMG mostram diferenciais competitivos em qualidade de fibra

O levantamento do mês de setembro do Centro de Análise de Fibras de Algodão da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), entidade que é referência em análise de qualidade de fibra no Brasil, apontou, na região Matopiba (que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), que as cultivares de algodão TMG 44B2RF e TMG 47B2RF apresentam diferenciais competitivos que podem gerar ágio aos produtores rurais no momento da entrega para a exportação da pluma.

De acordo com os dados, características intrínsecas da qualidade de fibra das duas variedades, como comprimento (mm) e micronaire, estão dentro do intervalo de recebimento de prêmio, conforme os critérios da Agência Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) para intervalo de ágio e deságio. Os resultados comprovam que as duas cultivares de algodão TMG testadas, entregam qualidade de fibra premium, ou seja, de padrão internacional de exportação.

O laboratório da Abapa analisou 107,3 mil amostras da TMG 44B2RF e mais de 56 mil da TMG 47B2RF até o dia 4 de setembro de 2019. Na característica comprimento, mais de 90% das amostras de ambas as cultivares estariam aptas para receber ágio de exportação. Na análise de micronaire, 100% das amostras estão de acordo com os critérios da Anea e não sofreriam deságio (desconto).

Sérgio Alberto Brentano, gerente do Centro de Análise de Fibras de Algodão da Abapa, comenta que os dados do levantamento abrangem um excelente número de amostras, de uma região extensa de produção de algodão e envolve diferentes produtores. “O levantamento tem muita confiabilidade, é um resultado robusto estatisticamente falando”, destacou.

Ramulária

Considerada a principal doença fúngica da cotonicultura, a ramulária pode causar enormes prejuízos. Uma das formas de manejo para reduzir os danos causados pela doença é a escolha de variedades tolerantes. A Tecnologia RX, desenvolvida pela TMG, agrega tolerância à ramulária nas cultivares TMG 44B2RF e TMG 47B2RF.

Experimento realizado em área de pesquisa de Campo Verde (MT) na safra 2018/19 e apresentado no XI Encontro Técnico de Algodão da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária (Fundação MT), mostra diferenças significativas na evolução da doença em plantas das duas cultivares, com relação a variedades concorrentes.

Realizado entre os meses de abril e junho, o ensaio definiu que as variedades da TMG apresentaram no máximo 7% de severidade, enquanto que cultivares concorrentes chegaram a índices de severidade próximos de 70%, ao final desses 2 meses.

Além de auxiliar no controle da ramulária, a Tecnologia RX permite ao produtor reduzir custos na lavoura, pois cultivares com este benefício necessitam de 20% a 50% menos aplicações de fungicidas com alto nível de controle.

Marcelo Kappes, produtor de algodão na Bahia e no Piauí e presidente da Cooperativa dos Produtores Rurais da Bahia (Cooperfarms), também avalia que a Tecnologia RX é uma ferramenta que oferece segurança e economia. O cotonicultor explica que em suas áreas a redução de aplicações de fungicidas é de 40% a 50% com o plantio de cultivares com o benefício.

Sobre o plantio de variedades TMG, Marcelo afirma que a tomada de decisão é feita a partir de análises internas e com os dados do laboratório da Abapa. Na próxima safra verão, a TMG 44B2RF estará em suas lavouras, em razão da estabilidade de produção, qualidade de pluma e flexibilidade de manejo pela presença da Tecnologia RX. “Regionalmente tivemos ótima resposta e isso fez com que decidíssemos pelo aumento da área com a cultivar”, explica.

Produtividade

               O portfólio de algodão da empresa também se destaca pela média de produtividade obtida pelas diversas variedades na safra 18/19. Na Bahia, a TMG 44B2RF obteve resultado médio de 389 @/ha, em 2.289 hectares. Um dos resultados mais expressivos dessa cultivar no estado foi de 430 @/ha, em área de 148 hectares.

               Também no oeste baiano, a TMG 47B2RF alcançou a média de 360 @/ha, no total de 2.272 ha, e o resultado excelente de 416 @/ha em uma área comercial de 100 ha. Mais resultados dessas e de outras variedades e regiões podem ser conferidos aqui.

Rendimento de fibra

               Na safra 18/19 a TMG trouxe ao mercado o lançamento TMG 61RF, cultivar indicada para refúgio e que se diferencia por apresentar alto rendimento de fibra, em torno de 48%, enquanto que no mercado brasileiro o rendimento da maior parte das cultivares chega a no máximo 42%. Em áreas comerciais parceiras da TMG, a variedade apresentou 53,1% de rendimento de pluma (Mato Grosso), 47,36% (Bahia) e 50,5% (Minas Gerais).

TMG leva lançamento e nova biotecnologia ao 12º Congresso do Algodão
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TMG leva lançamento e nova biotecnologia ao 12º Congresso do Algodão

Até esta quinta-feira (29) a Tropical Melhoramento e Genética (TMG) participa do 12º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), em Goiânia (GO). Como uma das patrocinadoras do CBA 2019, a empresa difunde entre os participantes as principais novidades que inclui lançamento de uma nova cultivar e biotecnologia para o algodão.

O lançamento desta safra é a TMG 61RF, cultivar que se diferencia por apresentar em torno de 48% de rendimento de fibra, enquanto que no mercado brasileiro o rendimento da maior parte das cultivares chega a no máximo 42%.

A nova geração da biotecnologia WideStrike3, da Corteva Agriscience, traz proteção superior contra lepidopteros-praga durante todo o ciclo da cultura do algodão, e maior facilidade de manejo. Ao longo da safra de algodão 2019/20, a TMG irá apresentar ao mercado cotonicultor as cultivares em lançamento com esse novo evento tecnológico. E neste primeiro dia do Congresso, TMG e Corteva realizam no estande da TMG um coquetel para imprensa e convidados para apresentar mais detalhes da novidade.

Outro destaque do evento é a TMG 44 B2RF, que em mais uma safra é destaque de alta produtividade e de excelência de fibra em todo o cerrado, com resultados que superam 400 arrobas por hectare (@/ha) em algumas regiões. Projeções do mercado algodoeiro (produtores, consultores, multiplicadores de sementes) indicam que a TMG 44B2RF será a cultivar mais plantada na próxima safra.

Representando mais de 1/3 do mercado nacional do algodão, a TMG participa do CBA desde a 9ª edição e, segundo Francisco Soares Neto, presidente da empresa, a parceria traz benefícios para a companhia e reconhecimento ao trabalho da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), organizadora do Congresso. “Respeitamos e admiramos o trabalho da entidade, que une os elos da cadeia do algodão e mostra a importância da fibra brasileira para o Brasil e exterior”, destaca.           

Números

Há várias safras o algodão TMG protagoniza um cenário de evolução e consolidação, em razão dos resultados a campo que mostram o alto potencial produtivo e a excelente qualidade de fibra das variedades. De acordo com a pesquisa Kleffmann AMIS 2019, o algodão TMG continua presente em mais de 1/3 de toda a área com a cultura no Brasil e duas entre as três cultivares mais plantadas na safra de algodão 2018/19 são TMG – TMG 44B2RF e TMG 81WS. Ainda, dados internos mostram crescimento nesta safra de 48% em volume comercializado das sementes de algodão da marca, com relação à safra 2017/18.

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Regiões produtoras recebem o + Performance Algodão TMG
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Regiões produtoras recebem o + Performance Algodão TMG

Quatro estados brasileiros recebem até o dia 6 de setembro o evento + Performance Algodão TMG, da empresa brasileira Tropical Melhoramento e Genética, uma das primeiras no cenário da cotonicultura no país. Ao todo, oito municípios de grandes regiões produtoras de algodão da Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais estão recebendo palestrantes para ouvir e debater sobre biotecnologia, genética e performance das cultivares TMG no campo, as possibilidades de manejo e informações sobre o clima para a nova safra já próxima.

A rodada teve início nesta terça-feira (20) em Luís Eduardo Magalhães (BA). Hoje acontece em Patos de Minas (MG), nesta quinta-feira (22) segue para Chapadão do Sul (MS) e na sexta-feira (23) chega a Primavera do Leste (MT). As cidades de Sapezal, Campo Novo do Parecis, Lucas do Rio Verde e Sorriso, no Mato Grosso, estão na segunda etapa do evento, a partir do dia 03 de setembro.

Há várias safras o algodão TMG protagoniza um cenário de evolução e consolidação, em razão dos resultados a campo que mostram o alto potencial produtivo e a excelente qualidade de fibra, de padrão internacional, das variedades. De acordo com a pesquisa Kleffmann AMIS 2019, o algodão TMG continua presente em mais de 1/3 de toda a área com a cultura no Brasil e duas entre as três cultivares mais plantadas na safra de algodão 2018/19 são TMG – TMG 44B2RF e TMG 81WS. Ainda, dados internos mostram crescimento de 48% em volume comercializado das sementes de algodão da marca.

São justamente esses diferenciais que os participantes conhecem nos eventos, assim como os trabalhos do melhoramento genético da TMG, com foco na alta produtividade de fibra, resistência e tolerância as doenças e pragas e lançamento de novas biotecnologias, e também as características e posicionamento das cinco cultivares do portfólio, que traz o lançamento TMG 61RF.

A variedade se diferencia por apresentar em torno de 48% de rendimento de fibra, enquanto que no mercado o rendimento da maior parte das cultivares chega a no máximo 42%. “Tanto em ensaios internos, como externos de áreas comerciais, a variedade apresenta altíssimo rendimento, o que faz dela uma cultivar de excelente potencial produtivo de pluma”, explica Renan dos Santos, supervisor de Desenvolvimento de Mercado.

Em mais uma safra, a TMG 44B2RF é destaque de alta produtividade e de excelência de fibra em todo o cerrado, principalmente Mato Grosso, Bahia e Mato Grosso do Sul, o que significa incremento no ágio aos produtores em razão da qualidade de fibra. Essa característica também é observada na TMG 47B2RF, que está na quarta safra comercial e, em mais um ciclo, vem entregando excelentes produtividades.

A TMG 81WS é destaque na rusticidade e uma das melhores variedades do mercado para áreas de média fertilidade, além de ser tolerante ao nematoide das galhas e apresentar alto desempenho nos resultados de produtividade. Nos últimos anos, já alcançou 510@/ha e 440@/ha, na Bahia, assim como 424@/ha no Mato Grosso e 409@/ha no Mato Grosso do Sul, entre outros.

Como opção para refúgio, além do lançamento TMG 61RF, desde a safra passada está disponível a TMG 62RF, cultivar de bom arranque e rápida definição do potencial produtivo, com a tecnologia RR Flex, que confere resistência ao herbicida glifosato em todas as fases de desenvolvimento da cultura. “A TMG 62RF permite a manutenção da tecnologia Bollgard II, inclusive das cultivares TMG 44B2RF e TMG 47B2RF”, exemplifica João Francisco Menezes, supervisor de Desenvolvimento de Mercado.

Previsão climática

O agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antônio dos Santos, é o convidado do +Performance para informar como será o clima da próxima safra de soja no cerrado e nas regiões específicas do evento. Em linhas gerais, ele explica que será um ano de neutralidade climática, sem a presença dos fenômenos El Niño e La Niña. O regime de chuvas chega mais tarde no cerrado e, com isso, o plantio deverá ser estabelecido mais tarde também, semelhante ao que ocorreu na safra de 2017.

Entre o final de outubro e início de novembro as chuvas começam a se regularizar, fornecendo a condição normal para o desenvolvimento da soja. Marco Antônio destaca, porém, que isso não impede que ocorra na região Matopi (Maranhão, Tocantins e Piauí) períodos de estiagem. “Será um ano relativamente bom, mas não excepcional, ou seja, não teremos grandes recordes, mas também não haverá quebras”, define.

Soja TMG

Pensando nos produtores rurais que ainda estão fazendo o planejamento da próxima safra de soja, a TMG leva para o + Performance as indicações de seu portfólio para as regiões, com cultivares de soja de alto desempenho que se encaixam em plantio antecipado para quem opta pela segunda safra de algodão, e também para plantios mais tardios visando uma segunda safra de milho. As variedades possuem volume comercial disponível e os interessados podem entrar em contato com o time técnico e comercial da empresa. Clique aqui e acesse os contatos da equipe.

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TMG – Sou de Algodão
Algodão

TMG – Sou de Algodão

Você conhece o Sou de Algodão? É um movimento brasileiro iniciado pela @abrapabrasil para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. 
Nós da TMG temos orgulho em fazer parte deste movimento como marca apoiadora. 
A ideia é engajar os agentes da cadeia produtiva e da indústria têxtil dessa fibra para mostrar o quanto o algodão brasileiro é valioso. O nosso país é o maior fornecedor de algodão sustentável do mundo e isso é incrível!
O Sou de Algodão colabora justamente para que a jornada deste produto seja ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente responsável. 
Ao escolher o algodão, o consumidor valoriza a origem da peça que está vestindo, ajuda a manter o nosso sistema de produção da fibra e colabora com a economia nacional. Assim, vamos gerando demanda para o nosso produto em uma relação onde todos saem ganhando.

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TMG e PlantArcBio formam parceria global para controle do bicudo do algodão
Produtividade

TMG e PlantArcBio formam parceria global para controle do bicudo do algodão

A TMG – Tropical Melhoramento e Genética, empresa brasileira dedicada à genética e melhoramento de plantas de soja, algodão e milho, e a PlantArcBio, empresa israelense de descoberta de genes Ag-Bio, anunciaram na última semana  uma nova colaboração global em P&D com o objetivo de produzir algodão resistente ao bicudo do algodão (Anthonomus grandis) usando tecnologia RNAi.

Por meio da descoberta e do desenvolvimento da tecnologia RNAi para o controle do bicudo do algodão, o projeto visa combinar a experiência da PlantArcBio em produtos à base de RNAi e a experiência da TMG em melhoramento genético e comercialização de soluções genéticas para algodão.

Com a parceria, a TMG espera desenvolver e entregar com a PlantArcBio uma solução biológica inovadora como mais uma ferramenta para resolver o problema do bicudo do algodão no Brasil e mercados adjacentes. “Esta nova iniciativa de pesquisa será uma parte importante da nossa missão de contribuir com a demanda mundial por alimentos e fibras de uma forma sustentável, que possa beneficiar não apenas os produtores, mas todo o ecossistema”, declara Francisco Soares, diretor presidente da TMG.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de algodão e o segundo maior exportador da pluma. Todos os recursos tecnológicos e pesquisas utilizadas no melhoramento genético têm permitido a expansão da cultura do algodão no país. No entanto, o agricultor brasileiro enfrenta grandes dificuldades no controle do bicudo-do-algodoeiro, demandando elevado número de aplicações de inseticidas e aumentando os danos ao meio ambiente.

“Aproveitando as fortes capacidades de ambas as empresas, podemos desenvolver esta solução para lidar com a praga. Essa tecnologia será 100% biológica e dirigida de forma diferenciada contra o bicudo-do-algodoeiro, sem agredir o meio ambiente, o produtor e o consumidor final. As soluções baseadas em RNAi são a próxima revolução agrícola e estamos na vanguarda”, destaca o Co-CEO da PlantArcBio, Dror Shalitin.

Sobre a TMG

A TMG (Tropical Melhoramento e Genética S/A) é uma empresa independente de melhoramento de soja, algodão e milho sediada no Brasil, com instalações de última geração que permitem o rápido desenvolvimento de novas cultivares, adaptadas a diferentes localidades do globo. A TMG se concentra no desenvolvimento de cultivares de alto rendimento, com tecnologias genéticas que melhoram a saúde das plantas e a lucratividade do agricultor.

Sobre a PlantArcBio

PlantArcBio é uma empresa Ag-Bio pública [TASE: PLNT], com uma plataforma de descoberta de genes Direct-In-Plant (DIP ™) inovadora e protegida por IP. A PlantArcBio descobre e desenvolve novos genes que têm efeitos positivos em plantas, como resistência de insetos, melhoria de rendimento, resistência à seca e tolerância a herbicidas. A PlantArcBio é uma das empresas líderes no desenvolvimento de produtos de RNAi ou produtos de melhoria de rendimento junto com a ICL [NYSE: ICL, TLV: ICL], uma empresa global de fertilizantes. Visite www.plantarcbio.com

Cultivar TMG 44 B2RF é líder de plantio na safra 2019/20
Algodão

Cultivar TMG 44 B2RF é líder de plantio na safra 2019/20

A TMG – Tropical Melhoramento e Genética apresenta, há mais de cinco safras, crescimento no mercado nacional de sementes de algodão. Com participação atual de 38%, ocupa mais de 1/3 de toda a área plantada com a cultura no Brasil. A pesquisa BIP® (Business Inteligence Panel) da Spark, divulgada no mês de agosto e com dados da safra de algodão 2019/20, concluiu que pela segunda safra seguida a cultivar líder de mercado é da TMG. A TMG 44 B2RF foi a mais plantada no Brasil e em Mato Grosso.

O levantamento aponta, ainda, os fatores de escolha da TMG 44 B2RF, cultivada em 24% das lavouras, segundo a pesquisa. Entre os principais motivos de compra da cultivar, indicados pelos produtores entrevistados, estão a qualidade de fibra, a produtividade e a resistência às doenças fúngicas. “Estamos trabalhando para alcançar a liderança em sementes de algodão no país em breve, portanto, o reconhecimento do cotonicultor é para nós uma grande responsabilidade porque sabemos da importância de contribuir com a agricultura”, pontua Francisco Soares, diretor presidente da TMG.

Em mais uma safra, a TMG 44 B2RF é destaque de alta produtividade em todo o cerrado, principalmente Mato Grosso, Bahia e Mato Grosso do Sul. Entre os inúmeros resultados dos produtores de algodão com a cultivar líder de plantio, um é da Fazenda Ceolin, localizada em São Desidério, oeste baiano, que colheu 421 arrobas por hectare (@/ha), em área de 281 hectares. Em Costa Rica (MS), o resultado da Fazenda Conquista foi de 381,4 @/ha em 270 ha.

Empresa multiplataforma em biotecnologias

Com a missão de desenvolver soluções genéticas para entregar produtividade e rentabilidade aos agricultores, a TMG conduz seu Programa de Melhoramento Genético de Algodão com diversas parcerias em biotecnologias, as mais modernas do mercado, o que permite incorporar às cultivares TMG características que são primordiais para o cotonicultor. “Somos multiplataforma em biotecnologias porque as parcerias inovadoras estão em nosso DNA e buscamos nos antecipar às necessidades do produtor e do campo, que são sempre desafiadoras”, destaca Francisco.

A prova disso é que hoje a TMG já oferece ao mercado praticamente todas as biotecnologias disponíveis para a cultura. Para a safra 2020/21, a companhia lançou duas novas cultivares WideStrike®3, da Corteva Agriscience.

A cultivar TMG 50 WS3 tem como pontos fortes a precocidade, o alto potencial produtivo, tolerância à ramulária e ótima qualidade de fibra. A TMG 91 WS3 é uma cultivar de alto teto produtivo também, com destaque para sua ampla adaptabilidade, excelente arranque inicial e boa sanidade de planta. Além de Mato Grosso e Bahia, são indicadas para Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Minas Gerais e São Paulo.

O portfólio completo pode ser conferido no Giro Tecnológico do Algodão, gravado em lavouras de todas as regiões que produzem pluma e com direcionamentos técnicos para o produtor ter excelentes resultados. Acesse www.tmg.agr.br/giroalgodao.

 

Texto publicado originalmente no Anuário de Algodão 2020, editado pela Editora Gazeta, distribuído em outubro/20.

Tecnologia HB4® e lançamentos de soja são os destaques da TMG na Expodireto
Produtividade

Tecnologia HB4® e lançamentos de soja são os destaques da TMG na Expodireto

De 2 a 6 de março, o município de Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, é palco da 21ª Expodireto Cotrijal, nesta edição com o tema “Negócios que inspiram o amanhã”. A Tropical Melhoramento e Genética (TMG) é uma das empresas expositoras do evento e para marcar a semana de negócios e muito conhecimento levará novidades em cultivares e fará o pré-lançamento da Tecnologia HB4®, característica transgênica tolerante ao estresse hídrico na soja, da Verdeca, joint venture entre a Arcadia Biosciences e Bioceres Crop Solutions Corp.

 

“Será um momento muito especial para a TMG”, destaca Francisco Soares, presidente da companhia, que estará presente na apresentação da tecnologia. Em maio de 2019, a TMG, responsável pelo trait no Brasil, anunciou a conclusão do processo de desregulamentação perante à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), que permitiu a aprovação comercial, no país, para a característica HB4® em soja. Agora, a empresa aguarda as aprovações dos principais países importadores de grãos de soja, que estão em andamento, para o registro de novas cultivares brasileiras com a tecnologia.

 

Durante a Expodireto, os visitantes poderão conferir a diferença visual da soja com a Tecnologia HB4® e da soja sem a tecnologia, em imagens de um experimento de seca induzida, e entender junto aos técnicos da empresa os benefícios completos da biotecnologia. “A soja HB4® suporta por mais tempo períodos de veranico e mantém o alto teto produtivo nessa condição. A tecnologia dará aos produtores uma ferramenta única para ajudar a combater os desafios da variabilidade climática e permitirá aumentar a estabilidade da produção de soja”, ressalta o presidente.

 

Cultivares de soja

 

            Para esta edição da Expodireto, a TMG apresenta as cultivares com a combinação Inox® e Intacta RR2 PRO™, TMG 7058IPRO e TMG 7260IPRO, lançamentos da safra, além de mais um lançamento, a TMG 2165IPRO, e outras cultivares já consolidadas, com destaque para a TMG 7061IPRO.

 

De acordo com João Garibaldi, Representante Técnico Comercial da TMG no Rio Grande do Sul, a TMG 7058IPRO é uma cultivar precoce, de alto teto produtivo, que possibilita plantio na melhor época e tem porte controlado. A TMG 7260IPRO também é uma opção de alto teto produtivo e indicada para fechamento de plantio. Já a TMG 7061IPRO, já conhecida dos agricultores da região Sul, tem sistema radicular agressivo, precocidade e estabilidade produtiva.

 

O estande da TMG na Expodireto está localizado na Avenida B, esquina com a Rua 12.

TMG participa de grandes feiras no PR e MS com novidades em soja
Produtividade

TMG participa de grandes feiras no PR e MS com novidades em soja

A Tropical Melhoramento e Genética (TMG) também já iniciou a temporada de eventos nos estados que cultivam grãos e participa de três grandes feiras nesta semana e na próxima. Os participantes do Superagro, em Londrina-PR, do Safratec, em Floresta-PR, e do Showtec, em Maracaju-MS, vão conhecer os lançamentos do portfólio de soja da empresa, soluções inovadoras e produtivas para atender diferentes regiões do país com características em comum.

Lançamentos da safra 2019/2020, estão nos plots agrícolas dos eventos as cultivares de soja TMG 2165IPRO e TMG 2375IPRO, excelentes opções para essas regiões mais baixas e quentes, como o norte do Paraná, onde acontecem duas das três primeiras feiras. “Apresentam rusticidade com boa capacidade para suportar o estresse hídrico”, destaca Douglas Andrade, representante Técnico Comercial na região. Ambas com alto teto produtivo, são indicadas para antecipação de plantio e permitem milho segunda safra.

Somente no Superagro, também está sendo lançada a TMG 2364IPRO, uma cultivar de alto teto produtivo, tolerante ao acamamento, com excelente resistência à Fitóftora, amplitude de plantio e com ciclo que permite o milho segunda safra. “Uma cultivar de ciclo médio tardio com foco na rusticidade”, pontua Rogério Medeiros, representante de Licenciado TMG

A região onde acontece o Safratec, próximo à Maringá-PR, apresenta solos com teores de argila elevados e altas temperaturas, desta forma os lançamentos TMG 2165IPRO e TMG 2375IPRO se tornam excelentes opções para os agricultores.

Além das novidades, as cultivares de soja já consolidadas TMG 7061IPRO, TMG 7062IPRO, TMG 7067IPRO e TMG 7063IPRO são destaques. “A TMG 7063IPRO tem pontos fortes para a região norte do PR, como a amplitude de plantio, se adapta bem na abertura, no meio e no final do estabelecimento da cultura; sendo reconhecida também por trazer segurança para o produtor pela presença da consagrada Tecnologia Inox®, de resistência à ferrugem da soja”, esclarece Rogério.

Na área da TMG na Showtec, a maior feira agro do Mato Grosso do Sul e uma das maiores do país, os visitantes podem conhecer os lançamentos citados e conferir as demais cultivares de soja indicadas para o estado, além do algodão TMG, com duas cultivares expostas, a TMG 44B2RF e a TMG 61RF.

As safras do Mato Grosso do Sul também enfrentam veranicos e temperaturas elevadas, desta forma, as lavouras do estado têm agora mais opções da TMG com cultivares que apresentam rusticidade e capacidade diferenciada para suportar o estresse hídrico.

Mais feiras

A partir do dia 28 de janeiro, a empresa também estará presente na BelaSafra, em Cambé-PR, e no evento Agro Ferrari no Campo, em Santa Cruz do Rio Pardo-SP.

 

TMG leva lançamento e nova biotecnologia ao 12º Congresso do Algodão
Algodão

TMG leva lançamento e nova biotecnologia ao 12º Congresso do Algodão

Até esta quinta-feira (29) a Tropical Melhoramento e Genética (TMG) participa do 12º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), em Goiânia (GO). Como uma das patrocinadoras do CBA 2019, a empresa difunde entre os participantes as principais novidades que inclui lançamento de uma nova cultivar e biotecnologia para o algodão.

O lançamento desta safra é a TMG 61RF, cultivar que se diferencia por apresentar em torno de 48% de rendimento de fibra, enquanto que no mercado brasileiro o rendimento da maior parte das cultivares chega a no máximo 42%.

A nova geração da biotecnologia WideStrike3, da Corteva Agriscience, traz proteção superior contra lepidopteros-praga durante todo o ciclo da cultura do algodão, e maior facilidade de manejo. Ao longo da safra de algodão 2019/20, a TMG irá apresentar ao mercado cotonicultor as cultivares em lançamento com esse novo evento tecnológico. E neste primeiro dia do Congresso, TMG e Corteva realizam no estande da TMG um coquetel para imprensa e convidados para apresentar mais detalhes da novidade.

Outro destaque do evento é a TMG 44 B2RF, que em mais uma safra é destaque de alta produtividade e de excelência de fibra em todo o cerrado, com resultados que superam 400 arrobas por hectare (@/ha) em algumas regiões. Projeções do mercado algodoeiro (produtores, consultores, multiplicadores de sementes) indicam que a TMG 44B2RF será a cultivar mais plantada na próxima safra.

Representando mais de 1/3 do mercado nacional do algodão, a TMG participa do CBA desde a 9ª edição e, segundo Francisco Soares Neto, presidente da empresa, a parceria traz benefícios para a companhia e reconhecimento ao trabalho da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), organizadora do Congresso. “Respeitamos e admiramos o trabalho da entidade, que une os elos da cadeia do algodão e mostra a importância da fibra brasileira para o Brasil e exterior”, destaca.           

Números

Há várias safras o algodão TMG protagoniza um cenário de evolução e consolidação, em razão dos resultados a campo que mostram o alto potencial produtivo e a excelente qualidade de fibra das variedades. De acordo com a pesquisa Kleffmann AMIS 2019, o algodão TMG continua presente em mais de 1/3 de toda a área com a cultura no Brasil e duas entre as três cultivares mais plantadas na safra de algodão 2018/19 são TMG – TMG 44B2RF e TMG 81WS. Ainda, dados internos mostram crescimento nesta safra de 48% em volume comercializado das sementes de algodão da marca, com relação à safra 2017/18.

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Regiões produtoras recebem o + Performance Algodão TMG
Algodão

Regiões produtoras recebem o + Performance Algodão TMG

Quatro estados brasileiros recebem até o dia 6 de setembro o evento + Performance Algodão TMG, da empresa brasileira Tropical Melhoramento e Genética, uma das primeiras no cenário da cotonicultura no país. Ao todo, oito municípios de grandes regiões produtoras de algodão da Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais estão recebendo palestrantes para ouvir e debater sobre biotecnologia, genética e performance das cultivares TMG no campo, as possibilidades de manejo e informações sobre o clima para a nova safra já próxima.

A rodada teve início nesta terça-feira (20) em Luís Eduardo Magalhães (BA). Hoje acontece em Patos de Minas (MG), nesta quinta-feira (22) segue para Chapadão do Sul (MS) e na sexta-feira (23) chega a Primavera do Leste (MT). As cidades de Sapezal, Campo Novo do Parecis, Lucas do Rio Verde e Sorriso, no Mato Grosso, estão na segunda etapa do evento, a partir do dia 03 de setembro.

Há várias safras o algodão TMG protagoniza um cenário de evolução e consolidação, em razão dos resultados a campo que mostram o alto potencial produtivo e a excelente qualidade de fibra, de padrão internacional, das variedades. De acordo com a pesquisa Kleffmann AMIS 2019, o algodão TMG continua presente em mais de 1/3 de toda a área com a cultura no Brasil e duas entre as três cultivares mais plantadas na safra de algodão 2018/19 são TMG – TMG 44B2RF e TMG 81WS. Ainda, dados internos mostram crescimento de 48% em volume comercializado das sementes de algodão da marca.

São justamente esses diferenciais que os participantes conhecem nos eventos, assim como os trabalhos do melhoramento genético da TMG, com foco na alta produtividade de fibra, resistência e tolerância as doenças e pragas e lançamento de novas biotecnologias, e também as características e posicionamento das cinco cultivares do portfólio, que traz o lançamento TMG 61RF.

A variedade se diferencia por apresentar em torno de 48% de rendimento de fibra, enquanto que no mercado o rendimento da maior parte das cultivares chega a no máximo 42%. “Tanto em ensaios internos, como externos de áreas comerciais, a variedade apresenta altíssimo rendimento, o que faz dela uma cultivar de excelente potencial produtivo de pluma”, explica Renan dos Santos, supervisor de Desenvolvimento de Mercado.

Em mais uma safra, a TMG 44B2RF é destaque de alta produtividade e de excelência de fibra em todo o cerrado, principalmente Mato Grosso, Bahia e Mato Grosso do Sul, o que significa incremento no ágio aos produtores em razão da qualidade de fibra. Essa característica também é observada na TMG 47B2RF, que está na quarta safra comercial e, em mais um ciclo, vem entregando excelentes produtividades.

A TMG 81WS é destaque na rusticidade e uma das melhores variedades do mercado para áreas de média fertilidade, além de ser tolerante ao nematoide das galhas e apresentar alto desempenho nos resultados de produtividade. Nos últimos anos, já alcançou 510@/ha e 440@/ha, na Bahia, assim como 424@/ha no Mato Grosso e 409@/ha no Mato Grosso do Sul, entre outros.

Como opção para refúgio, além do lançamento TMG 61RF, desde a safra passada está disponível a TMG 62RF, cultivar de bom arranque e rápida definição do potencial produtivo, com a tecnologia RR Flex, que confere resistência ao herbicida glifosato em todas as fases de desenvolvimento da cultura. “A TMG 62RF permite a manutenção da tecnologia Bollgard II, inclusive das cultivares TMG 44B2RF e TMG 47B2RF”, exemplifica João Francisco Menezes, supervisor de Desenvolvimento de Mercado.

Previsão climática

O agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antônio dos Santos, é o convidado do +Performance para informar como será o clima da próxima safra de soja no cerrado e nas regiões específicas do evento. Em linhas gerais, ele explica que será um ano de neutralidade climática, sem a presença dos fenômenos El Niño e La Niña. O regime de chuvas chega mais tarde no cerrado e, com isso, o plantio deverá ser estabelecido mais tarde também, semelhante ao que ocorreu na safra de 2017.

Entre o final de outubro e início de novembro as chuvas começam a se regularizar, fornecendo a condição normal para o desenvolvimento da soja. Marco Antônio destaca, porém, que isso não impede que ocorra na região Matopi (Maranhão, Tocantins e Piauí) períodos de estiagem. “Será um ano relativamente bom, mas não excepcional, ou seja, não teremos grandes recordes, mas também não haverá quebras”, define.

Soja TMG

Pensando nos produtores rurais que ainda estão fazendo o planejamento da próxima safra de soja, a TMG leva para o + Performance as indicações de seu portfólio para as regiões, com cultivares de soja de alto desempenho que se encaixam em plantio antecipado para quem opta pela segunda safra de algodão, e também para plantios mais tardios visando uma segunda safra de milho. As variedades possuem volume comercial disponível e os interessados podem entrar em contato com o time técnico e comercial da empresa. Clique aqui e acesse os contatos da equipe.

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Algodão TMG cresce junto com a expansão da cultura no Brasil
Algodão

Algodão TMG cresce junto com a expansão da cultura no Brasil

Os números comprovam: as sementes de algodão da Tropical Melhoramento & Genética (TMG) se consolidaram no mercado e representam hoje 39% de participação na cotonicultura brasileira, ocupando a segunda colocação. Os últimos cinco anos foram de crescimento consecutivo em volume comercializado e da safra 2017/18 para 2018/19 o aumento foi de 52%. A TMG tem cumprido com êxito a sua missão de desenvolver cultivares de algodão com alto potencial produtivo e qualidade de fibra, atributos que atendem as demandas dos produtores e do mercado.

Quando o Programa de Melhoramento Genético de Algodão da TMG foi concebido esses eram os principais propósitos a serem atingidos, além da seleção de traits nativos para a resistência e tolerância às principais doenças do algodão. Neste sentido, a empresa desenvolveu soluções genéticas para problemas fitossanitários e oferece cultivares com resistência à doença azul, à bacteriose do algodoeiro, com a tecnologia TN (Tolerância a Nematoides), que permite ganhos de produtividade mesmo em áreas com a presença de nematoides das galhas e reniforme, e a Tecnologia RX, de tolerância à ramulária e um dos maiores exemplos de sucesso. Inédita e única no mundo, a ferramenta possibilita redução do número de aplicações de fungicidas em comparação com cultivares suscetíveis.

Para trazer ao mercado cultivares com ganhos expressivos na qualidade de fibra foi necessário investimento e várias ações. A TMG 44B2RF é uma das variedades do portfólio atual que atende esse requisito e está entre as cinco mais plantadas dessa safra. Além do alto teto produtivo e tolerância à ramulária, tem excepcional qualidade de fibra padrão exportação, gerando aos produtores ágio na comercialização. Outra grande conquista que figura como a segunda cultivar mais plantada do mercado pela segunda safra consecutiva é a TMG 81WS, disponível desde 2013/14, altamente produtiva, com tolerância ao nematoide das galhas, sistema radicular agressivo e crescimento vigoroso.

Em termos de competitividade, os desafios da cotonicultura brasileira a médio e longo prazo são enormes, principalmente em decorrência do crescente aumento do custo de produção e elevados níveis de problemas fitossanitários. A TMG vai continuar desenvolvendo cultivares produtivas e com qualidade de fibra, a buscar constantemente novas soluções genéticas de traits nativos e agregar ao portfólio novas tecnologias e traits transgênicos. 

Já para as próximas safras, a novidade da empresa para o mercado de algodão será o lançamento de novas variedades com as tecnologias B3RF e WS3, que conferem maior espectro de controle de lepidopteros devido a característica de expressão da proteína Vip3A.

Este conteúdo foi originalmente publicado no Anuário Brasileiro do Algodão 2019, da Editora Gazeta, distribuído no mês de junho/19.

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TMG conquista patente de método de controle da ferrugem da soja no Brasil
Produtividade

TMG conquista patente de método de controle da ferrugem da soja no Brasil

Ainda considerada a doença foliar mais destrutiva da sojicultura, a ferrugem asiática da soja, desde que entrou no Brasil, por volta dos anos 2003/2004, causou prejuízos quase que incalculáveis à agricultura nacional. De forma pioneira, pesquisadores da Tropical Melhoramento & Genética (TMG) desenvolveram um método de identificação e seleção de plantas de soja com resistência à ferrugem da soja. Com patente concedida nos Estados Unidos desde 2014, agora foi a vez da aprovação da patente do método no Brasil, garantindo a propriedade intelectual à TMG e os direitos previstos na legislação brasileira.

Concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a patente outorga a propriedade do método de identificação e seleção de plantas de soja contendo o gene de resistência Rpp5, através do uso de marcadores moleculares.

Para Francisco Soares Neto, diretor-presidente da TMG, a patente no Brasil é mais uma conquista da empresa e de todos que trabalham nela. “É especialmente uma forma de reconhecimento ao trabalho competente dos pesquisadores da TMG, ao forte investimento da empresa na pesquisa em genética para solucionar problemas que os agricultores enfrentam todos os dias. Além disso, essa patente vem agregar valor ao agronegócio brasileiro, na demonstração de respeito à propriedade intelectual”, destaca.

A partir de trabalhos como este, a TMG passou a ofertar ao mercado cultivares de soja com a Tecnologia Inox®, aliada do produtor para enfrentar no campo a ferrugem da soja. As plantas de soja Inox®, quando atacadas pelo fungo da ferrugem (Phakopsora pachyrhizi), têm uma reação de hipersensibilidade (criando uma lesão escura) que necrosa o tecido foliar ao redor do ponto de infecção. Isso restringe a progressão do fungo, evitando a sua multiplicação e esporulação. Onde há a doença, portanto, a ferramenta oferece maior facilidade de controle, aliado ao bom desenvolvimento da lavoura e altas produtividades. “A patente é ainda um incentivo à inovação, o que mantém a pesquisa de novos genes que permitirão a manutenção de Tecnologia Inox® ao longo do tempo, com a combinação de inúmeros genes para ampliar e auxiliar o controle da ferrugem”, pontua Francisco Soares Neto.

Alexandre Garcia, gestor de Pesquisa da TMG e um dos responsáveis pela patente, explica que o uso de marcadores moleculares virou rotina nos programas de melhoramento e uma ferramenta essencial para manter a competitividade no desenvolvimento de cultivares. “A seleção de plantas com resistência à ferrugem é desafiadora, pois existe uma complexa interação entre biótipos do patógeno e os genes de resistência da planta. Nesse cenário é imprescindível monitorar a introgressão e presença dos genes através do DNA. A TMG mostrou sua competência ao descobrir o gene Rpp5 e identificar formas de selecioná-lo por marcadores moleculares e estamos muito contentes com o reconhecimento do investimento e da propriedade intelectual na forma de patente. Isso mostra a seriedade e competência da pesquisa de empresas brasileiras”, afirma.

Alexandre acrescenta que quando se trata de ferrugem, a genética é uma ótima ferramenta para atingir bons resultados de produtividade, mas o manejo adequado também é determinante para o sucesso da lavoura. “É imprescindível fazer as aplicações de fungicidas normalmente e seguir as recomendações de manejo. A vantagem é que o controle genético da Inox®, associado ao uso de fungicidas, trazem segurança ao produtor e resultam em um controle muito mais efetivo e maiores produtividades, quando comparado com variedades suscetíveis, além de aumentar a longevidade das formas de controle da doença ”, explica Alexandre.

Cultivar de soja apresenta rusticidade que dá segurança ao produtor
Soja

Cultivar de soja apresenta rusticidade que dá segurança ao produtor

Lançada na safra 2019/20, a cultivar de soja TMG 2165IPRO é reconhecida no mercado pela rusticidade e alta estabilidade de produção. O seu enraizamento profundo e agressivo permite que a variedade produza bem, mesmo em condições limitantes, como, por exemplo, sob déficit hídrico.

Os atributos também fazem com que a cultivar seja uma excelente opção para áreas com baixo teor de argila e para lavouras de reforma de cana e áreas de pastagem, ambientes comuns nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.

A TMG 2165IPRO também apresenta resistência à fitóftora (raça 1), tem boa adaptação a épocas de semeadura antecipadas e o seu ciclo permite o cultivo de milho segunda safra.

Na safra 2019/20 a cultivar se destacou em várias áreas, em plantios comparativos com cultivares concorrentes do mesmo ciclo. Em Cândido Mota (SP), a TMG 2165IPRO obteve 76,9 sc/ha, enquanto que a concorrente de ciclo 6.6 obteve 68,2 sc/ha. Em Santo Inácio (PR), a produtividade da cultivar TMG foi de 88,8 sc/ha, já a concorrente de ciclo 6.6 obteve 67,3 sc/ha.

Os resultados da safra passada exemplificam o desempenho da TMG 2165 em sua região de adaptação e, se você deseja saber mais sobre a cultivar, fale com um Representante Técnico Comercial da TMG em sua região. Acesse contatos aqui.

Cultivar com ampla resistência a cisto muda a realidade de agricultores em Querência
Soja

Cultivar com ampla resistência a cisto muda a realidade de agricultores em Querência

Produtores rurais em Querência, na região do Vale do Araguaia em Mato Grosso há 16 anos, Pedro Algeri e seu genro, Daniel Fischer Gress, produzem soja e milho safrinha numa área de 150 hectares. O nematoide de cisto está presente no solo da fazenda, com maior infestação da raça 4. Mas a preocupação com o patógeno já não é mais a mesma, desde que os agricultores optaram por conhecer a cultivar TMG 2381IPRO.

O agricultor Pedro conta que, ao longo de várias safras, a família testou mais de dez variedades de soja e a produtividade máxima alcançada foi em média 60 sacas por hectare. Em alguns anos, relata, o resultado foi de pouco mais de 50 sc/ha. A partir da safra 2019/20 essa situação, porém, mudou. Eles plantaram 60 hectares com a cultivar TMG 2381IPRO, que tem Ampla Resistência a Cisto, um atributo de melhoramento genético desenvolvido pela TMG. A cultivar foi a aposta dos agricultores para ter mais segurança e produtividade na lavoura.

Neste primeiro ano a colheita da variedade confirmou a expectativa e rendeu 79 sc/ha. “Todas que testamos ao longo do tempo eram do mesmo ciclo de 100 a 115 dias, mas nunca iam bem, um ano antes da 2381 chegamos a colher só 47 sacas”, conta Daniel.

Na safra atual a área com a TMG 2381 cresceu e foi para 140 hectares. O plantio aconteceu em 15 de outubro e a lavoura está próxima da dessecação. A previsão, segundo Pedro Algeri, é colher até o dia 5 de fevereiro. O genro Daniel aposta no resultado entre 70 e 80 sc/ha. “Estamos muito otimistas com a cultivar, a lavoura está muito bonita, tem chovido bem e sabemos que ela aguenta chuva na colheita, com fé em Deus teremos uma excelente safra", ressalta ele.

Outra característica da cultivar, que é a de não ter problema com porte em caso de veranico, também surpreendeu os agricultores. “Após 30 dias de plantio pegamos 16 dias de veranico e ela aguentou bem, já as outras três variedades que estão em teste aguentaram menos devido não ter a resistência a cisto”, explica Pedro.

As sementes da safra 2021/22 da TMG 2381IPRO já estão garantidas na Fazenda Del Piero, que manterá a cultivar como carro-chefe por trazer segurança para veranico e cisto, além de rentabilidade ao negócio da família. A ampla resistência da TMG 2381 cobre as raças 1, 3, 4, 5, 6, 9, 10 e 14.

Nematoide de cisto da soja

Muito comum em todas as regiões produtoras do Brasil, o Nematoide de Cisto da Soja (NCS), Heterodera glycines, é o que tem maior poder de causar perdas, entre 5% e 30% em locais com baixas infestações, e até 70% naqueles com maior incidência. A ocorrência desse patógeno é mais prevalente no Mato Grosso, atingindo principalmente as regiões Sudeste, Médio-Norte e a Parecis.

Segundo a Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN), somente o nematoide de cisto está presente em aproximadamente três milhões de hectares da cultura da soja, que é considerada sua principal hospedeira. Neste contexto, a utilização de cultivares com ampla resistência é uma opção que pode trazer rentabilidade para o produtor que precisa lidar com o problema.

Safra de soja 2020/21 impõe desafios climáticos do plantio à colheita
Soja

Safra de soja 2020/21 impõe desafios climáticos do plantio à colheita

A safra de soja 2020/21 tem sido marcada por condições climáticas pouco favoráveis para a cultura. No início, a falta de chuva ocasionou o atraso de plantio em quase todas as regiões produtoras e agora, na reta final, a irregularidade pluviométrica continua e ainda há o desafio da colheita, que em muitos locais irá coincidir com um período mais chuvoso.

Mesmo com tantos dados disponíveis sobre o clima, é difícil para o produtor rural mensurar o tamanho do problema com antecedência, afinal, a agricultura é a chamada “indústria a céu aberto”. Uma safra atípica como essa, em relação às condições climáticas, reforça a importância das decisões mais acertadas na hora de escolher a cultivar de soja que vai entrar na área, considerando seus atributos genéticos.

A TMG 2383IPRO, da TMG – Tropical Melhoramento e Genética, é uma das cultivares de soja que entrega muitas vantagens competitivas principalmente em safras tão desafiadoras como a 2020/21. Além de ser uma grande campeã de produtividade, tem ampla adaptabilidade de plantio, sendo fácil de ser trabalhada em diferentes regiões do cerrado brasileiro, e boa sanidade foliar.

  A cultivar é resistente ao nematoide de cisto da soja das raças 1 e 3, tem boa capacidade de engalhamento e tolera bem a chuva na colheita. Gerente da Fazenda JC, do Grupo Copetral, de Sinop (MT), Cleibe Henrique da Costa destaca os diferenciais competitivos da cultivar que a colocaram como carro-chefe do grupo. “Estamos na terceira safra da TMG 2383IPRO e desde os primeiros testes representativos a gente tem visto uma taxa de produção alta, por isso resolvemos investir mais. Ano passado tivemos uma área expressiva e constatamos certos talhões com 80 sacas por hectare. É um material que aguenta mais a chuva e a tendência é a gente continuar com a TMG 2383 no portfólio como nosso carro-chefe”, conta.

Concorrentes

O alto teto produtivo da TMG 2383IPRO foi comprovado em mais de 700 comparativos, de áreas comerciais e experimentos, considerando 12 principais concorrentes, nas duas últimas safras (2018/19 e 2019/20). O levantamento mostrou que a média de produtividade da cultivar foi de 74,5 sc/ha, com ganho médio de 3,5 sc/ha frente à média das concorrentes, em todas as regiões de Mato Grosso, em Goiás, na região MAPITOPA e Bahia. A cultivar teve produtividade superior em 66% do total de ensaios ao longo dos dois anos.

Para a safra 2021/22, a TMG 2383IPRO está disponível em diversos canais que multiplicam as variedades da TMG para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia. Os contatos dessas empresas são encontrados aqui.

“Não arrisque na safra 2021/22, essa é a mensagem que deixamos como alerta ao produtor. Fazer escolhas que indicam a certeza do melhor resultado é muito mais inteligente, pois em nenhuma safra é possível saber como ela será por completo e temos visto o quanto o produtor tem sofrido com os problemas da atual safra”, destaca Célio Neiva, gerente comercial da TMG em Mato Grosso.

Veja mais produtividades da TMG 2383 aqui.

Produtores alcançam altas produtividades em ambientes com nematoide de cisto
Soja

Produtores alcançam altas produtividades em ambientes com nematoide de cisto

Muito comum nas principais regiões produtoras de soja do Brasil, sem o devido controle o nematoide de cisto da soja (NCS), Heterodera glycines, pode levar a perdas importantes de produção, entre 5% e 30% em locais com baixas infestações (1 a 10 cistos viáveis por 200 cm³ de solo), e até 70% naqueles com maior incidência (20 cistos por 200 cm³ de solo). A ocorrência desse patógeno é mais prevalente no Mato Grosso, atingindo principalmente as regiões Sudeste, Médio-Norte e a Parecis.

Segundo a Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN) passam de 16 bilhões de reais os prejuízos causados na cultura da soja, por todas as espécies de nematoides consideradas mais importantes no Brasil. Somente o nematoide de cisto está presente em aproximadamente 3 milhões de hectares com a oleaginosa, que é considerada sua principal hospedeira. Neste contexto, a utilização de cultivares com ampla resistência é uma opção que pode trazer rentabilidade para o produtor que precisa lidar com o problema.

A fitopatologista Marcella Viana de Sousa, que atua na área de genética e análise de plantas na empresa Tropical Melhoramento e Genética (TMG), explica que a primeira medida a ser tomada pelo produtor rural é a de saber exatamente qual a raça ou quais as raças do nematoide de cisto presentes na área. Inclusive, este monitoramento deve ser feito a cada safra para entender se houve mudança ou não das raças. A partir disso será possível escolher as cultivares de soja com resistência que sejam mais adequadas. Marcella ressalta ainda que a recomendação da cultivar correta ajuda a evitar a pressão de seleção na população de nematoides, ou seja, irá contribuir para evitar a perda da resistência genética das cultivares.

A disponibilidade de cultivares frente às perdas por nematoide de cisto ainda é pequena, especialmente quando se trata de resistência às multirraças existentes associado a alto potencial produtivo. Anderson Meda, gerente de Pesquisa da TMG, comenta que com investimentos em pesquisa e melhoramento genético, a empresa tem contribuído com o desenvolvimento de variedades de elevado potencial produtivo e resistência a múltiplas raças de cisto, o que é um resultado diferenciado no mercado de cultivares de soja no Brasil.

Com essa proposta, a TMG lançou a cultivar TMG 2381IPRO, resistente às raças 1, 3, 4, 5, 6, 9, 10 e 14. Indicada tanto para solos de alta fertilidade (visando segunda safra de algodão ou de milho), como também de média fertilidade associado a texturas arenosas, a cultivar pertence ao grupo de maturação 8.1, com aptidão para abertura de plantio e pode ser cultivada no Mato Grosso, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Tocantins, Piauí e Oeste da Bahia. É considerada uma variedade de bom arranque inicial e alto potencial de engalhamento, possui excelente sanidade foliar e tolera bem a chuva na colheita.

Clóvis Dutra, produtor e gerente da Fazenda Medeiros, de União do Sul (MT), optou pela TMG 2381IPRO na safra 2019/20 e relata que a cultivar se estabeleceu rápido e surpreendeu com produtividade de 73,4 sacas por hectare, em área com histórico de nematoide de cisto. Por essa razão, o agricultor vai plantar novamente a cultivar no próximo ciclo.

O produtor Alexandre Bottan, com áreas em Mato Grosso, nos municípios de Campo Novo do Parecis e Sapezal, destaca a performance da cultivar. “Plantamos pela primeira vez esse ano, tanto em áreas argilosas para cultivo de algodão safrinha, quanto áreas de milho safrinha. Também testamos em área arenosa e teve excelente performance”, explica. O produtor colheu 202 hectares com a produtividade de 75 sc/ha.

Sintomas e sinais do NCS

Os estudos indicam que nem sempre plantas atacadas pelo NCS vão exibir algum sintoma evidente na parte aérea, exceto uma ligeira redução no porte. Isso pode acontecer em regiões com boa distribuição de chuvas e em solos de fertilidade naturalmente mais alta.

Quando há maior pressão do nematoide, é possível perceber que o processo de alimentação nas raízes causa intenso subdesenvolvimento na parte aérea e amarelecimento das plantas. Em muitos casos, é possível desenvolver poucas vagens de soja e, em anos de estiagem, os sintomas podem se agravar. Em lavouras onde a população é muito alta, também pode ocorrer morte prematura de plantas.

Por isso, de acordo com especialistas, o diagnóstico definitivo requer observação, a partir da quinta semana após a semeadura da soja, se há presença de fêmeas do nematoide do tamanho aproximado da ponta de uma caneta esferográfica e em formato de limão, com coloração branca e amarela, presas nas raízes das plantas. Associado a essa observação, é preciso recorrer à diagnose em laboratório qualificado em análises nematológicas para a constatação da presença de cistos no solo.

O manejo

A fitopatologista da TMG explica que umas das características do cisto é que ele pode permanecer viável no ambiente por até oito anos, mesmo sem a presença de plantas hospedeiras. “Infelizmente o sojicultor tem que aprender a conviver, através do uso de cultivares resistentes, manejo da fertilidade do solo e uso de nematicidas químicos ou biológicos”, pontua.

Outra técnica recomendada de manejo do NCS é a rotação de culturas, com plantas não hospedeiras e controle da soja tiguera na área, durante a entressafra. Além disso, também ajudam a minimizar o problema a adoção da semeadura direta e de práticas que aumentem o teor de matéria orgânica e a fertilidade do solo, que propiciam um aumento da fauna microbiológica do solo que atua na redução do tempo de viabilidade do cisto. E, por fim, é importante também a manutenção do pH do solo dentro dos níveis recomendados para a região.

Como funciona o controle genético

Dependendo da fonte de resistência utilizada, há duas formas de atuação. A primeira é na alimentação das fêmeas, resultando em fêmeas menores e poucos ovos. A segunda atua no impedimento de formação de células nutridoras e as fêmeas não possuem a fonte de nutrientes essenciais para a reprodução.

Diferente da planta resistente, a cultivar com ampla resistência a cisto possui mais genes de resistência que impedem a reprodução de diferentes raças do nematoide de cisto, seja atuando na alimentação das fêmeas ou impedindo a formação de células nutridoras.

A TMG ainda oferece em seu portfólio de soja duas cultivares convencionais (não transgênicas) com ampla resistência a cisto, a TMG 4182 (nove raças) e TMG 4185 (sete raças e moderada resistência a mais duas raças). O portfólio também contempla cultivares resistentes a uma, duas ou três raças – TMG 2383IPRO, TMG 2379IPRO, TMG 2173IPRO, TMG 2378IPRO, TMG 2185IPRO, TMG 2181IPRO, TMG 2286IPRO, TMG 1180RR, TMG 1188RR e o lançamento TMG 4377 (convencional). Navegue pela área de cultivares para conhecer detalhes da resistência de cada uma.

 

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Soja precoce é oportunidade para produtores de algodão irrigado iniciarem a safra mais cedo
Algodão

Soja precoce é oportunidade para produtores de algodão irrigado iniciarem a safra mais cedo

Na hora de planejar uma nova safra de soja, os produtores rurais e suas equipes precisam escolher as sementes com a maior assertividade possível para que se atinja a performance desejada na lavoura. Para áreas com cultivo de soja na primeira safra e algodão na segunda temporada, a escolha certa da cultivar de soja influencia diretamente no sucesso ou não da safra de algodão.

Desta forma, a soja precoce se tornou peça chave para produtores rurais do Oeste da Bahia conquistarem altas produtividade em ambas as culturas, pois proporciona o estabelecimento de uma safra de algodão (irrigado) ainda no mês de janeiro para colher em meados de julho. No estado, o algodão segunda safra pode ser semeado até 10 de fevereiro.

De acordo com o 2º levantamento da safra 2019/20, divulgado pela Associação de Produtores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a região Oeste da Bahia foi responsável por plantar uma área superior a 1,6 milhão de hectares de soja. Luiz Stahlke, assessor de agronegócio da Aiba, explica que desse total, cerca de 100 mil hectares foram destinados para a soja irrigada, dos quais aproximadamente 45 mil hectares também irrigados tiveram a oleaginosa semeada na abertura de plantio, a partir de 8 de outubro, para atender a janela de semeadura do algodão segunda safra.

Opção para o produtor

O produtor rural Augusto José Montani, do distrito de Roda Velha, em São Desidério (BA), tem boa parte de sua área destinada à soja precoce em pivô central, pois também cultiva algodão na sequência. Ele conta que na safra 2019/20 a cultivar escolhida foi a TMG 7067IPRO e que colheu 82 sacas por hectare em uma área de 96 hectares. “O ciclo dela foi de 90 a 92 dias, tem alta produtividade e como tem resistência à ferrugem dá mais segurança”, explica.

Além dessas características, Montani destaca que a cultivar demonstra estabilidade produtiva, pois na safra 2017/18 já havia plantado uma área teste em pivô, onde colheu 76 sacas por hectare. “Pretendo continuar com a TMG 7067 e na próxima safra teremos uma área maior de soja precoce”, define.

Com grupo de maturação 7.2 na região do cerrado brasileiro, além da precocidade adequada para a antecipação do algodão, a TMG 7067IPRO é uma cultivar com alto peso de grãos (PMG), ampla adaptabilidade e a combinação das tecnologias Inox® e Intacta RR2 PRO™.

De acordo com a Representante Técnico Comercial da TMG no Oeste Baiano, Simoni Ribas, para os produtores que pretendem semear a cultivar na abertura de plantio em pivô, a população recomendada é de 400 a 450 mil plantas finais por hectare.

Acesse aqui resultados de produtividade da cultivar na safra 2019/20.

 

 

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Tecnologia HB4® é apresentada aos agricultores
Soja

Tecnologia HB4® é apresentada aos agricultores

Com estimativa de 16,2% de redução na colheita da safra de soja, com relação à safra passada, o Rio Grande do Sul é um dos estados brasileiros que vem sofrendo com a estiagem nas lavouras, que também se reflete na cultura do milho. A situação preocupa os produtores, mas não é algo novo e nem um fato isolado do estado, e sim uma condição comum enfrentada por mais regiões sojícolas do Brasil. Para enfrentar situações como essas, de estresse abiótico, onde períodos de estiagem prejudicam o desenvolvimento das plantas e, consequentemente, a produtividade, os agricultores poderão contar, dentro de alguns anos, com a Tecnologia HB4®.

Desenvolvida pela empresa americana Verdeca, joint venture entre a Arcadia Biosciences e Bioceres Crop Solutions, a Tecnologia HB4® foi aprovada em 2019 pela CTNBio para uso comercial no Brasil. A Tropical Melhoramento e Genética (TMG) foi responsável pela desregulamentação da tecnologia no país e conduz o desenvolvimento da soja HB4®, através de seu Programa de Melhoramento Genético de Soja. Recentemente, os visitantes da 21ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS), puderam acompanhar o pré-lançamento da novidade.

O que é a Tecnologia HB4®

                A Tecnologia HB4® foi desenvolvida a partir de um gene nativo do girassol, que confere às plantas tolerância ao déficit hídrico e à salinidade. HB4®, por sua vez, é o nome do gene que foi isolado do girassol e transferido, via transformação genética, para a soja, trigo e milho. O girassol é uma cultura que naturalmente tem maior tolerância ao estresse abiótico.

                Conforme explica Samira Librelon, pesquisadora da TMG, o gene HB4® confere à planta menor sensibilidade ao etileno. “O etileno é um hormônio sintetizado em resposta ao estresse e mesmo em concentração muito baixa ele pode causar efeitos no amadurecimento dos frutos, florescimento, senescência e abscisão das folhas, flores e frutos. Já a planta com HB4® continua mantendo seu metabolismo biológico e, dessa forma, consegue manter níveis elevados de produtividade em situações moderadas de estresse e não tem o rendimento prejudicado em condições normais”, define.

Resultados

                Na safra 2017/18, a Argentina passou pela pior seca dos últimos 70 anos e foi estimada uma quebra de 30% na produção de soja do país vizinho. Lá, a tecnologia HB4® está sendo testada desde 2009 e foram observados muitos resultados positivos, de acordo com a pesquisadora. “Diante dessa condição foi possível observar os efeitos positivos da tecnologia HB4®. Experimentos demostraram incremento de 15% a 30% na produtividade, comparado com soja não HB4®”, destaca.

“Acreditamos que nas condições tropicais do Brasil, onde dependendo da região temos pequenos estresses diários ao longo do verão, associado com altas temperaturas, o ganho em rendimento das cultivares HB4® possivelmente será maior do que o observado na Argentina. Estamos muito satisfeitos com os resultados prévios obtidos nos testes internos em nossos campos experimentais, em breve teremos mais dados para apresentar” esclarece também.

Disponibilidade para o mercado

                A expectativa de poder contar com cultivares que tragam essa tecnologia é grande entre os agricultores. Os dirigentes da TMG pontuam que neste momento é necessário aguardar a aprovação da tecnologia na China e na Europa, que são os maiores importadores da soja brasileira, para então ser possível o lançamento de cultivares comerciais no país. “A tecnologia está aprovada na Argentina, nos Estados Unidos, no Paraguai e no Brasil, agora aguardamos essa aprovação na China e na Europa, nossa expectativa é que o lançamento comercial das primeiras cultivares TMG com HB4® ocorra para a safra 2022/23”, colocou o diretor presente da companhia, Francisco José Soares.

 

 

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Tecnologia HB4® e lançamentos de soja são os destaques da TMG na Expodireto
Produtividade

Tecnologia HB4® e lançamentos de soja são os destaques da TMG na Expodireto

De 2 a 6 de março, o município de Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, é palco da 21ª Expodireto Cotrijal, nesta edição com o tema “Negócios que inspiram o amanhã”. A Tropical Melhoramento e Genética (TMG) é uma das empresas expositoras do evento e para marcar a semana de negócios e muito conhecimento levará novidades em cultivares e fará o pré-lançamento da Tecnologia HB4®, característica transgênica tolerante ao estresse hídrico na soja, da Verdeca, joint venture entre a Arcadia Biosciences e Bioceres Crop Solutions Corp.

 

“Será um momento muito especial para a TMG”, destaca Francisco Soares, presidente da companhia, que estará presente na apresentação da tecnologia. Em maio de 2019, a TMG, responsável pelo trait no Brasil, anunciou a conclusão do processo de desregulamentação perante à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), que permitiu a aprovação comercial, no país, para a característica HB4® em soja. Agora, a empresa aguarda as aprovações dos principais países importadores de grãos de soja, que estão em andamento, para o registro de novas cultivares brasileiras com a tecnologia.

 

Durante a Expodireto, os visitantes poderão conferir a diferença visual da soja com a Tecnologia HB4® e da soja sem a tecnologia, em imagens de um experimento de seca induzida, e entender junto aos técnicos da empresa os benefícios completos da biotecnologia. “A soja HB4® suporta por mais tempo períodos de veranico e mantém o alto teto produtivo nessa condição. A tecnologia dará aos produtores uma ferramenta única para ajudar a combater os desafios da variabilidade climática e permitirá aumentar a estabilidade da produção de soja”, ressalta o presidente.

 

Cultivares de soja

 

            Para esta edição da Expodireto, a TMG apresenta as cultivares com a combinação Inox® e Intacta RR2 PRO™, TMG 7058IPRO e TMG 7260IPRO, lançamentos da safra, além de mais um lançamento, a TMG 2165IPRO, e outras cultivares já consolidadas, com destaque para a TMG 7061IPRO.

 

De acordo com João Garibaldi, Representante Técnico Comercial da TMG no Rio Grande do Sul, a TMG 7058IPRO é uma cultivar precoce, de alto teto produtivo, que possibilita plantio na melhor época e tem porte controlado. A TMG 7260IPRO também é uma opção de alto teto produtivo e indicada para fechamento de plantio. Já a TMG 7061IPRO, já conhecida dos agricultores da região Sul, tem sistema radicular agressivo, precocidade e estabilidade produtiva.

 

O estande da TMG na Expodireto está localizado na Avenida B, esquina com a Rua 12.

No Show Rural Coopavel, TMG apresenta três novas cultivares de soja para os produtores
Soja

No Show Rural Coopavel, TMG apresenta três novas cultivares de soja para os produtores

De 3 a 7 de fevereiro, a Tropical Melhoramento e Genética (TMG) participa da Show Rural Coopavel 2020 e apresenta aos produtores três novos lançamentos de soja para o Sul do Brasil, além de seis cultivares já consolidadas do portfólio.

Nas áreas de plantio da empresa na feira, todas as cultivares foram semeadas em duas épocas, setembro e outubro, demonstrando o posicionamento adequado e o potencial de cada uma. Os lançamentos são a TMG 7058IPRO, TMG 2165IPRO e TMG 2364IPRO, soluções inovadoras e produtivas para atender diferentes regiões do país com características em comum.

A TMG 7058IPRO é uma cultivar que alia as tecnologias Intacta RR2 PRO™ e Inox®, tem como ponto forte a precocidade com potencial produtivo, é indicada para regiões mais altas e frias e tem tolerância ao acamamento. O diferencial da TMG 2165IPRO é a rusticidade e a estabilidade produtiva; cultivar que é uma excelente opção para antecipação de plantio, indicada para regiões mais baixas e quentes e com teores de argila mais baixos.

Já a TMG 2364IPRO tem como pontos fortes a ótima sanidade de raiz, alto teto produtivo, é tolerante ao acamamento e tem excelente resistência à Fitóftora. Permite o milho segunda safra e é indicada para áreas que vão de média a alta fertilidade e para regiões mais baixas até as mais altas.

Linhagens de soja

Os visitantes do Show Rural 2020 vão conhecer ainda duas linhagens de soja TMG, futuros lançamentos que estão em fase de testes no melhoramento genético da empresa e em breve vão agregar o portfólio.

As demais cultivares da TMG, já consolidadas e que vêm trazendo excelentes resultados em campo, também estarão nos plots agrícolas para que os agricultores esclareçam as dúvidas. São elas: TMG 7061IPRO, TMG 7067IPRO, TMG 7062IPRO, TMG 7063IPRO TMG 7260IPRO e TMG 7262RR.

Soja tolerante à seca com tecnologia HB4®

A característica transgênica tolerante à seca HB4® em soja foi aprovada para uso comercial no Brasil em 2019. A TMG e a Verdeca, joint venture entre a Arcadia Biosciences e Bioceres Crop Solutions Corp. são parceiras no desenvolvimento do novo trait, que, em breve, ajudará produtores a enfrentar desafios climáticos e de produção.

No Show Rural Coopavel, os visitantes poderão tirar dúvidas sobre essa novidade e ver em imagem a diferença visual da soja com tecnologia HB4® e sem a tecnologia HB4®, em experimento de seca induzida com plantio em 04/01/2020. O lançamento das primeiras variedades pela TMG depende da desregulamentação (aprovação) da tecnologia em países da Europa e na China, os maiores importadores da oleaginosa produzida no Brasil.

 

Lançamentos de soja da TMG são apresentados no BelaSafra e Agro Ferrari no Campo
Soja

Lançamentos de soja da TMG são apresentados no BelaSafra e Agro Ferrari no Campo

Mais duas grandes feiras agrícolas contarão com a presença da Tropical Melhoramento e Genética (TMG), que leva aos produtores o portfólio de soja para regiões do Paraná e São Paulo, com quatro lançamentos da safra 2019/20.

A partir desta terça-feira (28) até o dia 31 de janeiro, as novidades da empresa podem ser conferidas no BelaSafra 2020, realizado na Unidade de Difusão de Tecnologia da Belagrícola (antigo Buffet Arejo), em Cambé (PR).

E nos dias 29 e 30 de janeiro o estande da TMG também estará presente na 16ª edição do Agro Ferrrari no Campo, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). Nos eventos, os lançamentos de soja TMG 2165IPRO, TMG 7058IPRO, TMG 2364IPRO e TMG 2375IPRO podem ser vistos nos plots agrícolas, além do portfólio já consolidado com cultivares de alto potencial produtivo e resistência à ferrugem asiática.

No BelaSafra, parcelas da TMG 2165IPRO mostram uma cultivar com rusticidade e estabilidade produtiva; uma excelente opção para antecipação de plantio, indicada para regiões mais baixas e quentes e com teores de argila mais baixos.

 Outro lançamento importante da safra é a TMG 7058IPRO, uma cultivar que alia as tecnologias Intacta RR2 PRO™ e Inox®, tem como ponto forte a precocidade com potencial produtivo, é indicada para regiões mais altas e frias e tem tolerância ao acamamento.

 Já a TMG 2364IPRO tem como pontos fortes a ótima sanidade de raiz, alto teto produtivo, é tolerante ao acamamento e tem excelente resistência à Fitóftora. Permite o milho segunda safra e é indicada para áreas que vão de média a alta fertilidade e para regiões mais baixas até as mais altas.

Presente nas parcelas apenas do Agro Ferrari no Campo, a cultivar TMG 2375IPRO, com grupo de maturação para essa região de 6.8, tem ótima sanidade de raiz, é adaptada a regiões mais baixas e quentes e com teor de argila mais baixo, e ainda permite a antecipação de plantio.

Programe-se, participe desses grandes eventos e confira o portfólio de cultivares TMG que proporcionam segurança, produtividade e rentabilidade ao produtor.

 

TMG e PlantArcBio formam parceria global para controle do bicudo do algodão
Produtividade

TMG e PlantArcBio formam parceria global para controle do bicudo do algodão

A TMG – Tropical Melhoramento e Genética, empresa brasileira dedicada à genética e melhoramento de plantas de soja, algodão e milho, e a PlantArcBio, empresa israelense de descoberta de genes Ag-Bio, anunciaram na última semana  uma nova colaboração global em P&D com o objetivo de produzir algodão resistente ao bicudo do algodão (Anthonomus grandis) usando tecnologia RNAi.

Por meio da descoberta e do desenvolvimento da tecnologia RNAi para o controle do bicudo do algodão, o projeto visa combinar a experiência da PlantArcBio em produtos à base de RNAi e a experiência da TMG em melhoramento genético e comercialização de soluções genéticas para algodão.

Com a parceria, a TMG espera desenvolver e entregar com a PlantArcBio uma solução biológica inovadora como mais uma ferramenta para resolver o problema do bicudo do algodão no Brasil e mercados adjacentes. “Esta nova iniciativa de pesquisa será uma parte importante da nossa missão de contribuir com a demanda mundial por alimentos e fibras de uma forma sustentável, que possa beneficiar não apenas os produtores, mas todo o ecossistema”, declara Francisco Soares, diretor presidente da TMG.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de algodão e o segundo maior exportador da pluma. Todos os recursos tecnológicos e pesquisas utilizadas no melhoramento genético têm permitido a expansão da cultura do algodão no país. No entanto, o agricultor brasileiro enfrenta grandes dificuldades no controle do bicudo-do-algodoeiro, demandando elevado número de aplicações de inseticidas e aumentando os danos ao meio ambiente.

“Aproveitando as fortes capacidades de ambas as empresas, podemos desenvolver esta solução para lidar com a praga. Essa tecnologia será 100% biológica e dirigida de forma diferenciada contra o bicudo-do-algodoeiro, sem agredir o meio ambiente, o produtor e o consumidor final. As soluções baseadas em RNAi são a próxima revolução agrícola e estamos na vanguarda”, destaca o Co-CEO da PlantArcBio, Dror Shalitin.

Sobre a TMG

A TMG (Tropical Melhoramento e Genética S/A) é uma empresa independente de melhoramento de soja, algodão e milho sediada no Brasil, com instalações de última geração que permitem o rápido desenvolvimento de novas cultivares, adaptadas a diferentes localidades do globo. A TMG se concentra no desenvolvimento de cultivares de alto rendimento, com tecnologias genéticas que melhoram a saúde das plantas e a lucratividade do agricultor.

Sobre a PlantArcBio

PlantArcBio é uma empresa Ag-Bio pública [TASE: PLNT], com uma plataforma de descoberta de genes Direct-In-Plant (DIP ™) inovadora e protegida por IP. A PlantArcBio descobre e desenvolve novos genes que têm efeitos positivos em plantas, como resistência de insetos, melhoria de rendimento, resistência à seca e tolerância a herbicidas. A PlantArcBio é uma das empresas líderes no desenvolvimento de produtos de RNAi ou produtos de melhoria de rendimento junto com a ICL [NYSE: ICL, TLV: ICL], uma empresa global de fertilizantes. Visite www.plantarcbio.com

AgBiome e TMG se unem para desenvolver algodão resistente ao bicudo
Algodão

AgBiome e TMG se unem para desenvolver algodão resistente ao bicudo

A AgBiome, líder no desenvolvimento de produtos biológicos inovadores e a TMG – Tropical Melhoramento e Genética, empresa brasileira de melhoramento genético de soja, algodão e milho, anunciaram hoje uma parceria global de pesquisa e desenvolvimento. O objetivo é descobrir e desenvolver novos modos de ação para o controle do Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) através de transgenia.

A parceria irá unir a plataforma de sucesso Genesis da AgBiome com o germoplasma e Programa de Melhoramento de Algodão da TMG para fornecer soluções genéticas aos agricultores em todo o mundo. Com a adoção dessas futuras tecnologias, o número de aplicações de inseticidas para o controle do bicudo pode ser reduzido, impactando muito menos o meio ambiente e, ainda, pode aumentar significativamente a rentabilidade do produtor rural.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de algodão e o segundo maior exportador da fibra, com a TMG presente em 38% das lavouras de algodão do cerrado brasileiro na safra 2019/20. No Brasil e mercados adjacentes, o controle químico é hoje uma das principais formas de manejo do bicudo-do-algodoeiro nas lavouras.

“Nos Estados Unidos, a erradicação do bicudo tem sido bastante bem-sucedida. Internacionalmente e em países como o Brasil, a praga persiste e só é controlada com múltiplas aplicações de produtos químicos. Estamos entusiasmados para começar nosso trabalho com a TMG e esperamos descobrir novas soluções que são tão eficazes quanto as existentes hoje”, destaca Dan Tomso, diretor de Negócios da AgBiome.

Para Francisco Soares, diretor presidente da TMG, a parceria é promissora. “Os recursos e capacidades complementares que a TMG e a AgBiome trazem para esta parceria fornecerão inovações fundamentais para o sucesso futuro dos produtores de algodão”, completa.

Tracy Raines, diretora de Inovação da AgBiome, pontua que parcerias globais são importantes para a missão da empresa de fornecer soluções de proteção de cultivos e aos agricultores em todo o mundo. “Esta colaboração alavanca os pontos fortes de ambas as organizações para desenvolver uma solução para mitigar um problema tão devastador para os produtores de algodão”.

Alexandre Garcia, gerente de Pesquisa da TMG, pontua que a companhia tem uma longa história de fornecimento de soluções genéticas que, ao longo dos anos, vem contribuindo para a demanda mundial por alimentos e fibras de forma sustentável. “Esta nova iniciativa de pesquisa está perfeitamente alinhada com nossa estratégia e mostra o compromisso que ambas as empresas têm em trazer as melhores alternativas para os produtores”, define.

 

Sobre a TMG

A TMG (Tropical Melhoramento e Genética S/A) é uma empresa independente de melhoramento de soja, algodão e milho com base no Brasil, com instalações de última geração que permitem o desenvolvimento rápido de novas cultivares, adaptadas a diferentes locais do mundo. A TMG está focada em desenvolver soluções genéticas para entregar produtividade e rentabilidade aos agricultores, que contribuam para atender a demanda mundial de grãos e fibras de forma sustentável. No algodão, a empresa desenvolve há 16 anos um programa de melhoramento genético focado nas necessidades dos cotonicultores e também foi pioneira ao lançar cultivares com tolerância à ramulária, principal doença do algodoeiro. Essas inovações levam um número maior de benefícios ao campo e ajudam a reduzir os custos de produção. 

Sobre a AgBiome®

 

AgBiome® faz parceria com o mundo microbiano para melhorar nosso planeta. A AgBiome descobre e desenvolve produtos biológicos e características inovadoras para proteção de culturas. A plataforma de descoberta patenteada GENESIS ™ captura com eficiência diversos micróbios únicos para aplicações relevantes para a agricultura e os analisa com os melhores ensaios da indústria para controle de insetos, doenças e nematoides. Por meio de sua subsidiária comercial, a AgBiome desenvolve e vende soluções próprias de proteção de cultivos. O primeiro deles, Howler®, é um fungicida revolucionário para o controle de doenças em uma ampla variedade de culturas. A AgBiome e a Genective formaram recentemente uma parceria estratégica para estabelecer um novo líder em características de insetos, um mercado com mais de U$ 5 bilhões em oportunidades anuais. A AgBiome tem uma colaboração global de P&D com a Elanco Animal Health Incorporated (NYSE: ELAN), para desenvolver produtos de saúde nutricional para suínos. A subsidiária LifeEDIT ™ da AgBiome implementa sistemas próprios de edição de genoma para tratar doenças genéticas humanas e características de cultivo de alto valor. Para obter mais informações, visite http://agbiome.com.

Corteva Agriscience e TMG levam inovação e proteção superior ao mercado de algodão com a tecnologia WideStrike®3
Algodão

Corteva Agriscience e TMG levam inovação e proteção superior ao mercado de algodão com a tecnologia WideStrike®3

A Corteva Agriscience e a Tropical Melhoramento & Genética (TMG) apresentam ao mercado de algodão a tecnologia WideStrike®3, que oferece proteção superior no controle das principais lagartas que atacam a cultura, causando grandes danos na produtividade e prejuízos econômicos ao setor. O algodão é uma das principais culturas para a agricultura brasileira, o País é o quinto maior produtor e segundo maior exportador mundial da fibra.

 

“Com esta parceria, a Corteva e a TMG unem suas expertises em tecnologia, inovação e genética para contribuir com o crescimento sustentável da cultura do algodão. Os avanços no controle de pragas e em cultivares mais produtivas têm sido decisivos para a conquista dos mercados nacional e internacional do algodão e WideStrike®3 vem ao encontro desta necessidade”, afirma Lucas Silveira, líder de Portfólio de Algodão da Corteva.

 

A biotecnologia WideStrike®3 contém as proteínas Cry1F, Cry1Ac e Vip3A das bactérias Bacillus thuringiensis, também conhecidas como Bt. As proteínas atuam em todos os tecidos da planta e por todo o ciclo da cultura, oferecendo maior poder de proteção e longevidade para o algodão e, consequentemente, maior produtividade e rentabilidade para os cotonicultores. A tecnologia, licenciada para a TMG no Brasil, está presente em variedades de alto potencial produtivo e excelente qualidade de fibra. O algodão da TMG ocupa mais de 1/3 da área plantada com a cultura no Brasil.

 

Francisco Soares, diretor-presidente da TMG, destaca que o foco da empresa sempre foi e se mantém sendo desenvolver cultivares que vão além da produtividade. “A parceria com a Corteva está relacionada ao nosso DNA de inovação, para nós é muito importante nos antecipar e atender o produtor com o melhor que a tecnologia oferece e, também, melhorar a competitividade de mercado para os nossos multiplicadores de sementes”. O executivo completa que os dois lançamentos da safra 2020/21, com a tecnologia WideStrike®3, dão robustez ao portfólio da TMG, que atende tanto as exigências do mercado nacional, como do mercado de exportação da pluma.

 

A cultivar TMG 50WS3 tem como pontos fortes a precocidade, o alto potencial produtivo, tolerância à ramulária e ótima qualidade de fibra. A TMG 91WS3 é uma cultivar de alto teto produtivo também, com destaque para sua ampla adaptabilidade, excelente arranque inicial e elevado peso de capulho. “Além de Mato Grosso e Bahia, as duas cultivares são indicadas para Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Minas Gerais e São Paulo”, pontua Soares.

 

A tecnologia WideStrike®3 atua no controle de uma grande variedade de lagartas importantes, entre elas a Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera), Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens), Lagarta-preta (Spodoptera cosmioides), Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Lagarta-das-vagens (Spodoptera eridania), Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) e a Lagarta-rosada-do-algodão (Pectinophora gossypiella).

 

Para garantir a longevidade da tecnologia e preservá-la como uma ferramenta útil de proteção da cultura do algodão nos próximos anos, as companhias possuem um plano de Manejo Integrado de Pragas (MIP) que engloba diversas ações, como controle de plantas daninhas e voluntárias, utilização do vazio sanitário, dessecação antecipada, uso de sementes certificadas, tratamento de sementes e refúgio. Estas ações em conjunto devem ser realizadas para uma produção cada vez mais sustentável.

Produtores alcançam altas produtividades em ambientes com nematoide de cisto
Soja

Produtores alcançam altas produtividades em ambientes com nematoide de cisto

Muito comum nas principais regiões produtoras de soja do Brasil, sem o devido controle o nematoide de cisto da soja (NCS), Heterodera glycines, pode levar a perdas importantes de produção, entre 5% e 30% em locais com baixas infestações (1 a 10 cistos viáveis por 200 cm³ de solo), e até 70% naqueles com maior incidência (20 cistos por 200 cm³ de solo). A ocorrência desse patógeno é mais prevalente no Mato Grosso, atingindo principalmente as regiões Sudeste, Médio-Norte e a Parecis.

Segundo a Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN) passam de 16 bilhões de reais os prejuízos causados na cultura da soja, por todas as espécies de nematoides consideradas mais importantes no Brasil. Somente o nematoide de cisto está presente em aproximadamente 3 milhões de hectares com a oleaginosa, que é considerada sua principal hospedeira. Neste contexto, a utilização de cultivares com ampla resistência é uma opção que pode trazer rentabilidade para o produtor que precisa lidar com o problema.

A fitopatologista Marcella Viana de Sousa, que atua na área de genética e análise de plantas na empresa Tropical Melhoramento e Genética (TMG), explica que a primeira medida a ser tomada pelo produtor rural é a de saber exatamente qual a raça ou quais as raças do nematoide de cisto presentes na área. Inclusive, este monitoramento deve ser feito a cada safra para entender se houve mudança ou não das raças. A partir disso será possível escolher as cultivares de soja com resistência que sejam mais adequadas. Marcella ressalta ainda que a recomendação da cultivar correta ajuda a evitar a pressão de seleção na população de nematoides, ou seja, irá contribuir para evitar a perda da resistência genética das cultivares.

A disponibilidade de cultivares frente às perdas por nematoide de cisto ainda é pequena, especialmente quando se trata de resistência às multirraças existentes associado a alto potencial produtivo. Anderson Meda, gerente de Pesquisa da TMG, comenta que com investimentos em pesquisa e melhoramento genético, a empresa tem contribuído com o desenvolvimento de variedades de elevado potencial produtivo e resistência a múltiplas raças de cisto, o que é um resultado diferenciado no mercado de cultivares de soja no Brasil.

Com essa proposta, a TMG lançou a cultivar TMG 2381IPRO, resistente às raças 1, 3, 4, 5, 6, 9, 10 e 14. Indicada tanto para solos de alta fertilidade (visando segunda safra de algodão ou de milho), como também de média fertilidade associado a texturas arenosas, a cultivar pertence ao grupo de maturação 8.1, com aptidão para abertura de plantio e pode ser cultivada no Mato Grosso, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Tocantins, Piauí e Oeste da Bahia. É considerada uma variedade de bom arranque inicial e alto potencial de engalhamento, possui excelente sanidade foliar e tolera bem a chuva na colheita.

Clóvis Dutra, produtor e gerente da Fazenda Medeiros, de União do Sul (MT), optou pela TMG 2381IPRO na safra 2019/20 e relata que a cultivar se estabeleceu rápido e surpreendeu com produtividade de 73,4 sacas por hectare, em área com histórico de nematoide de cisto. Por essa razão, o agricultor vai plantar novamente a cultivar no próximo ciclo.

O produtor Alexandre Bottan, com áreas em Mato Grosso, nos municípios de Campo Novo do Parecis e Sapezal, destaca a performance da cultivar. “Plantamos pela primeira vez esse ano, tanto em áreas argilosas para cultivo de algodão safrinha, quanto áreas de milho safrinha. Também testamos em área arenosa e teve excelente performance”, explica. O produtor colheu 202 hectares com a produtividade de 75 sc/ha.

Sintomas e sinais do NCS

Os estudos indicam que nem sempre plantas atacadas pelo NCS vão exibir algum sintoma evidente na parte aérea, exceto uma ligeira redução no porte. Isso pode acontecer em regiões com boa distribuição de chuvas e em solos de fertilidade naturalmente mais alta.

Quando há maior pressão do nematoide, é possível perceber que o processo de alimentação nas raízes causa intenso subdesenvolvimento na parte aérea e amarelecimento das plantas. Em muitos casos, é possível desenvolver poucas vagens de soja e, em anos de estiagem, os sintomas podem se agravar. Em lavouras onde a população é muito alta, também pode ocorrer morte prematura de plantas.

Por isso, de acordo com especialistas, o diagnóstico definitivo requer observação, a partir da quinta semana após a semeadura da soja, se há presença de fêmeas do nematoide do tamanho aproximado da ponta de uma caneta esferográfica e em formato de limão, com coloração branca e amarela, presas nas raízes das plantas. Associado a essa observação, é preciso recorrer à diagnose em laboratório qualificado em análises nematológicas para a constatação da presença de cistos no solo.

O manejo

A fitopatologista da TMG explica que umas das características do cisto é que ele pode permanecer viável no ambiente por até oito anos, mesmo sem a presença de plantas hospedeiras. “Infelizmente o sojicultor tem que aprender a conviver, através do uso de cultivares resistentes, manejo da fertilidade do solo e uso de nematicidas químicos ou biológicos”, pontua.

Outra técnica recomendada de manejo do NCS é a rotação de culturas, com plantas não hospedeiras e controle da soja tiguera na área, durante a entressafra. Além disso, também ajudam a minimizar o problema a adoção da semeadura direta e de práticas que aumentem o teor de matéria orgânica e a fertilidade do solo, que propiciam um aumento da fauna microbiológica do solo que atua na redução do tempo de viabilidade do cisto. E, por fim, é importante também a manutenção do pH do solo dentro dos níveis recomendados para a região.

Como funciona o controle genético

Dependendo da fonte de resistência utilizada, há duas formas de atuação. A primeira é na alimentação das fêmeas, resultando em fêmeas menores e poucos ovos. A segunda atua no impedimento de formação de células nutridoras e as fêmeas não possuem a fonte de nutrientes essenciais para a reprodução.

Diferente da planta resistente, a cultivar com ampla resistência a cisto possui mais genes de resistência que impedem a reprodução de diferentes raças do nematoide de cisto, seja atuando na alimentação das fêmeas ou impedindo a formação de células nutridoras.

A TMG ainda oferece em seu portfólio de soja duas cultivares convencionais (não transgênicas) com ampla resistência a cisto, a TMG 4182 (nove raças) e TMG 4185 (sete raças e moderada resistência a mais duas raças). O portfólio também contempla cultivares resistentes a uma, duas ou três raças – TMG 2383IPRO, TMG 2379IPRO, TMG 2173IPRO, TMG 2378IPRO, TMG 2185IPRO, TMG 2181IPRO, TMG 2286IPRO, TMG 1180RR, TMG 1188RR e o lançamento TMG 4377 (convencional). Navegue pela área de cultivares para conhecer detalhes da resistência de cada uma.

 

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Tecnologia HB4® é apresentada aos agricultores
Soja

Tecnologia HB4® é apresentada aos agricultores

Com estimativa de 16,2% de redução na colheita da safra de soja, com relação à safra passada, o Rio Grande do Sul é um dos estados brasileiros que vem sofrendo com a estiagem nas lavouras, que também se reflete na cultura do milho. A situação preocupa os produtores, mas não é algo novo e nem um fato isolado do estado, e sim uma condição comum enfrentada por mais regiões sojícolas do Brasil. Para enfrentar situações como essas, de estresse abiótico, onde períodos de estiagem prejudicam o desenvolvimento das plantas e, consequentemente, a produtividade, os agricultores poderão contar, dentro de alguns anos, com a Tecnologia HB4®.

Desenvolvida pela empresa americana Verdeca, joint venture entre a Arcadia Biosciences e Bioceres Crop Solutions, a Tecnologia HB4® foi aprovada em 2019 pela CTNBio para uso comercial no Brasil. A Tropical Melhoramento e Genética (TMG) foi responsável pela desregulamentação da tecnologia no país e conduz o desenvolvimento da soja HB4®, através de seu Programa de Melhoramento Genético de Soja. Recentemente, os visitantes da 21ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS), puderam acompanhar o pré-lançamento da novidade.

O que é a Tecnologia HB4®

                A Tecnologia HB4® foi desenvolvida a partir de um gene nativo do girassol, que confere às plantas tolerância ao déficit hídrico e à salinidade. HB4®, por sua vez, é o nome do gene que foi isolado do girassol e transferido, via transformação genética, para a soja, trigo e milho. O girassol é uma cultura que naturalmente tem maior tolerância ao estresse abiótico.

                Conforme explica Samira Librelon, pesquisadora da TMG, o gene HB4® confere à planta menor sensibilidade ao etileno. “O etileno é um hormônio sintetizado em resposta ao estresse e mesmo em concentração muito baixa ele pode causar efeitos no amadurecimento dos frutos, florescimento, senescência e abscisão das folhas, flores e frutos. Já a planta com HB4® continua mantendo seu metabolismo biológico e, dessa forma, consegue manter níveis elevados de produtividade em situações moderadas de estresse e não tem o rendimento prejudicado em condições normais”, define.

Resultados

                Na safra 2017/18, a Argentina passou pela pior seca dos últimos 70 anos e foi estimada uma quebra de 30% na produção de soja do país vizinho. Lá, a tecnologia HB4® está sendo testada desde 2009 e foram observados muitos resultados positivos, de acordo com a pesquisadora. “Diante dessa condição foi possível observar os efeitos positivos da tecnologia HB4®. Experimentos demostraram incremento de 15% a 30% na produtividade, comparado com soja não HB4®”, destaca.

“Acreditamos que nas condições tropicais do Brasil, onde dependendo da região temos pequenos estresses diários ao longo do verão, associado com altas temperaturas, o ganho em rendimento das cultivares HB4® possivelmente será maior do que o observado na Argentina. Estamos muito satisfeitos com os resultados prévios obtidos nos testes internos em nossos campos experimentais, em breve teremos mais dados para apresentar” esclarece também.

Disponibilidade para o mercado

                A expectativa de poder contar com cultivares que tragam essa tecnologia é grande entre os agricultores. Os dirigentes da TMG pontuam que neste momento é necessário aguardar a aprovação da tecnologia na China e na Europa, que são os maiores importadores da soja brasileira, para então ser possível o lançamento de cultivares comerciais no país. “A tecnologia está aprovada na Argentina, nos Estados Unidos, no Paraguai e no Brasil, agora aguardamos essa aprovação na China e na Europa, nossa expectativa é que o lançamento comercial das primeiras cultivares TMG com HB4® ocorra para a safra 2022/23”, colocou o diretor presente da companhia, Francisco José Soares.

 

 

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No Show Rural Coopavel, TMG apresenta três novas cultivares de soja para os produtores
Soja

No Show Rural Coopavel, TMG apresenta três novas cultivares de soja para os produtores

De 3 a 7 de fevereiro, a Tropical Melhoramento e Genética (TMG) participa da Show Rural Coopavel 2020 e apresenta aos produtores três novos lançamentos de soja para o Sul do Brasil, além de seis cultivares já consolidadas do portfólio.

Nas áreas de plantio da empresa na feira, todas as cultivares foram semeadas em duas épocas, setembro e outubro, demonstrando o posicionamento adequado e o potencial de cada uma. Os lançamentos são a TMG 7058IPRO, TMG 2165IPRO e TMG 2364IPRO, soluções inovadoras e produtivas para atender diferentes regiões do país com características em comum.

A TMG 7058IPRO é uma cultivar que alia as tecnologias Intacta RR2 PRO™ e Inox®, tem como ponto forte a precocidade com potencial produtivo, é indicada para regiões mais altas e frias e tem tolerância ao acamamento. O diferencial da TMG 2165IPRO é a rusticidade e a estabilidade produtiva; cultivar que é uma excelente opção para antecipação de plantio, indicada para regiões mais baixas e quentes e com teores de argila mais baixos.

Já a TMG 2364IPRO tem como pontos fortes a ótima sanidade de raiz, alto teto produtivo, é tolerante ao acamamento e tem excelente resistência à Fitóftora. Permite o milho segunda safra e é indicada para áreas que vão de média a alta fertilidade e para regiões mais baixas até as mais altas.

Linhagens de soja

Os visitantes do Show Rural 2020 vão conhecer ainda duas linhagens de soja TMG, futuros lançamentos que estão em fase de testes no melhoramento genético da empresa e em breve vão agregar o portfólio.

As demais cultivares da TMG, já consolidadas e que vêm trazendo excelentes resultados em campo, também estarão nos plots agrícolas para que os agricultores esclareçam as dúvidas. São elas: TMG 7061IPRO, TMG 7067IPRO, TMG 7062IPRO, TMG 7063IPRO TMG 7260IPRO e TMG 7262RR.

Soja tolerante à seca com tecnologia HB4®

A característica transgênica tolerante à seca HB4® em soja foi aprovada para uso comercial no Brasil em 2019. A TMG e a Verdeca, joint venture entre a Arcadia Biosciences e Bioceres Crop Solutions Corp. são parceiras no desenvolvimento do novo trait, que, em breve, ajudará produtores a enfrentar desafios climáticos e de produção.

No Show Rural Coopavel, os visitantes poderão tirar dúvidas sobre essa novidade e ver em imagem a diferença visual da soja com tecnologia HB4® e sem a tecnologia HB4®, em experimento de seca induzida com plantio em 04/01/2020. O lançamento das primeiras variedades pela TMG depende da desregulamentação (aprovação) da tecnologia em países da Europa e na China, os maiores importadores da oleaginosa produzida no Brasil.

 

Lançamentos de soja da TMG são apresentados no BelaSafra e Agro Ferrari no Campo
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Lançamentos de soja da TMG são apresentados no BelaSafra e Agro Ferrari no Campo

Mais duas grandes feiras agrícolas contarão com a presença da Tropical Melhoramento e Genética (TMG), que leva aos produtores o portfólio de soja para regiões do Paraná e São Paulo, com quatro lançamentos da safra 2019/20.

A partir desta terça-feira (28) até o dia 31 de janeiro, as novidades da empresa podem ser conferidas no BelaSafra 2020, realizado na Unidade de Difusão de Tecnologia da Belagrícola (antigo Buffet Arejo), em Cambé (PR).

E nos dias 29 e 30 de janeiro o estande da TMG também estará presente na 16ª edição do Agro Ferrrari no Campo, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). Nos eventos, os lançamentos de soja TMG 2165IPRO, TMG 7058IPRO, TMG 2364IPRO e TMG 2375IPRO podem ser vistos nos plots agrícolas, além do portfólio já consolidado com cultivares de alto potencial produtivo e resistência à ferrugem asiática.

No BelaSafra, parcelas da TMG 2165IPRO mostram uma cultivar com rusticidade e estabilidade produtiva; uma excelente opção para antecipação de plantio, indicada para regiões mais baixas e quentes e com teores de argila mais baixos.

 Outro lançamento importante da safra é a TMG 7058IPRO, uma cultivar que alia as tecnologias Intacta RR2 PRO™ e Inox®, tem como ponto forte a precocidade com potencial produtivo, é indicada para regiões mais altas e frias e tem tolerância ao acamamento.

 Já a TMG 2364IPRO tem como pontos fortes a ótima sanidade de raiz, alto teto produtivo, é tolerante ao acamamento e tem excelente resistência à Fitóftora. Permite o milho segunda safra e é indicada para áreas que vão de média a alta fertilidade e para regiões mais baixas até as mais altas.

Presente nas parcelas apenas do Agro Ferrari no Campo, a cultivar TMG 2375IPRO, com grupo de maturação para essa região de 6.8, tem ótima sanidade de raiz, é adaptada a regiões mais baixas e quentes e com teor de argila mais baixo, e ainda permite a antecipação de plantio.

Programe-se, participe desses grandes eventos e confira o portfólio de cultivares TMG que proporcionam segurança, produtividade e rentabilidade ao produtor.

 

Prática de refúgio é fundamental para a durabilidade dos benefícios da tecnologia
Tecnologia

Prática de refúgio é fundamental para a durabilidade dos benefícios da tecnologia

Um dos maiores desafios para a agricultura brasileira é a evolução da resistência de insetos. Para enfrentar e superar esse desafio é fundamental a implementação de práticas que envolvem o Manejo de Resistência de Insetos (MRI), que tem como uma das ferramentas a adoção de áreas de refúgio para as culturas Bt que expressam proteínas com ação inseticida. 

O refúgio é uma área cultivada com plantas não Bt da mesma espécie em lavouras de soja, milho e algodão, com a função de produzir insetos suscetíveis às proteínas inseticidas que irão se acasalar com os insetos resistentes provenientes das áreas Bt, gerando novos indivíduos suscetíveis à tecnologia. O objetivo de manter uma população de pragas vulneráveis ao efeito inseticida da variedade transgênica é preservar os benefícios da tecnologia.

A não adoção de áreas de refúgio pode levar a um risco potencial de longo prazo da adaptação das pragas às proteínas Bt , que pode levar à redução de sua eficácia.

Além disso, é muito importante que todos os agricultores que utilizam tecnologia Bt  plantem refúgio, pois as pragas-alvo podem migrar para áreas vizinhas. Portanto, um plano eficiente de MRI deve ser implementado em âmbito regional. A sustentabilidade da tecnologia depende do manejo adequado de cada propriedade.

O que é necessário para a área de refúgio funcionar corretamente

A disposição das áreas de refúgio será determinada de acordo com o tamanho e formato da propriedade (ou talhões, no caso de grandes áreas).

Em primeiro lugar, a área de refúgio deve estar a no máximo 800 metros de distância da lavoura com a tecnologia Bt .

As dimensões e proporção em relação à área com cultivo Bt  devem ser direcionadas pelo obtentor da tecnologia. Hoje, para a soja, a recomendação é de 20% de área de refúgio.

TMG 1180RR é uma das melhores opções do mercado para refúgio

A cultivar TMG 1180RR está no mercado desde a safra 2013/14. É uma variedade indicada para áreas de abertura de plantio, tem grupo de maturação adequado e se plantada na condição de setembro favorece a segunda safra, tanto de algodão, quanto de milho.

Outras características:

  • Excelente opção para o plantio de refúgio;
  • Hábito de crescimento que favorece o desenvolvimento de nós reprodutivos para constituir o potencial produtivo;
  • Sistema radicular agressivo;
  • Boa plasticidade em relação ao estande de plantas;
  • Resistência ao acamamento;
  • Resistência a nematoide de cisto da raça 3;
  • Cultivar estável e produtiva (clique aqui e confira todos os resultados);
  • A adaptação da variedade é para os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Tocantins e Piauí.

Com informações técnicas da TMG e da página www.agricultura.gov.br/refugio

TMG e Verdeca recebem aprovação da CTNBio para comercializar soja HB4® tolerante à seca no Brasil
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TMG e Verdeca recebem aprovação da CTNBio para comercializar soja HB4® tolerante à seca no Brasil

A Tropical Melhoramento & Genética (TMG) e a Verdeca,   joint venture   entre a Arcadia Biosciences, Inc. (Nasdaq: RKDA) e a Bioceres Crop Solutions Corp. (NYSE American: BIOX) anunciaram hoje que completaram todo o processo de desregulamentação perante à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e receberam a aprovação comercial, no Brasil, para a característica transgênica tolerante à seca HB4® em soja, da Verdeca. A aprovação permite o plantio e a colheita de variedades de soja com esse evento no país.

Além da característica HB4® sozinha, um outro evento combinando HB4® com tolerância ao herbicida Glifosato também foi aprovado. Esse empilhamento do evento HB4® com o já conhecido evento “RR1” é o novo produto da Verdeca para beneficiar produtores de soja por meio de melhorias de qualidade, mitigação de estresse e práticas de manejo.

A aprovação pela CTNBio abre um período de 30 dias para comentários e consultas públicas antes que o documento definitivo de aprovação possa ser emitido. Além disso, o lançamento comercial da característica HB4® no Brasil depende de aprovações dos principais países importadores de grãos de soja, que estão em andamento, e de processos de registro de variedades.

O evento transgênico HB4® já foi aprovado na Argentina e pelo FDA (Food & Drug Administration) nos EUA. Atualmente, as submissões regulatórias estão sendo avaliadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), bem como pela China, Paraguai, Bolívia e Uruguai.

Mais de 34 milhões dos hectares de soja do mundo são cultivados no Brasil. Nas duas últimas safras, principalmente, diversas regiões da América do Sul enfrentaram condições significativas de estresse hídrico, e a tecnologia HB4® teria evitado significativamente as perdas de rendimento de grãos que tiveram os produtores de soja, principalmente da Argentina e do Sul do Brasil. O uso contínuo dessa tecnologia também reduziria o risco de perdas devido a condições de seca locais ou regionais, que ocorrem a cada safra.

“Esse novo evento permitirá aos produtores de soja proteger os rendimentos sob condições de estresses climáticos. A desregulamentação dessa tecnologia no Brasil é outro passo significativo para o sucesso da comercialização da HB4® na América do Sul ”, manifesta Martin Mariani Ventura, gerente geral da Verdeca.

Francisco Soares Neto, presidente da TMG, destaca que HB4® é a primeira característica transgênica em soja que vai além dos pacotes de tolerância a herbicidas e resistência a insetos oferecidos até o momento. “A tecnologia vai proporcionar estabilidade de produção em diversos ambientes e os agricultores irão ver um benefício direto do uso da tecnologia”.

Alexandre Garcia, gestor de Pesquisa da TMG, comenta que a aprovação comercial da característica HB4® permitirá testes maiores para melhoramento genético, registro de cultivares de soja e produção de sementes em território brasileiro. “A TMG, como uma empresa brasileira, tem orgulho de fazer parte deste projeto em colaboração com a Verdeca e de ter concluído o marco regulatório no Brasil. É muito importante que as empresas sul-americanas tragam inovação para os agricultores sul-americanos ”, ressalta.

Além do trabalho de regulamentação, a TMG e a Verdeca desenvolveram uma parceria estratégica para combinar as capacidades de germoplasma e melhoramento da TMG com as tecnologias de soja da Verdeca.

A Arcadia Biosciences e a Bioceres Crop Solutions formaram a Verdeca em 2012 para desenvolver novas gerações de atributos para a soja em todas as principais regiões de produção, começando na América do Sul e América do Norte, que juntas representam quase 80% dos hectares de soja produzidos no mundo.

 

Sobre a TMG – A TMG (Tropical Melhoramento e Genética S/A) é uma empresa independente de melhoramento de soja, algodão e milho com base no Brasil, com instalações de última geração que permitem o desenvolvimento rápido de novas cultivares adaptadas a diferentes locais do mundo. A TMG está focada em desenvolver soluções genéticas para entregar produtividade e rentabilidade aos agricultores, que contribuam para atender a demanda mundial de grãos e fibras de forma sustentável. Foi a primeira empresa a lançar cultivares de soja com a Tecnologia Inox®, que incorpora resistência genética à ferrugem asiática. Também foi pioneira ao registrar uma cultivar de soja com resistência a todas as raças até então conhecidas de nematoide de cisto da soja. Essas inovações levam um número maior de benefícios ao campo e ajudam a reduzir os custos de produção. Para saber mais sobre a empresa e conhecer as soluções genéticas, acesse   www.tmg.agr.br.

Sobre a Bioceres Crop Solutions – A Bioceres Crop Solutions Corp. (NYSE American: BIOX) é uma empresa de soluções integradas de produtividade de culturas, incluindo sementes, eventos transgênicos, tratamento de sementes, produtos biológicos, adjuvantes de alto valor e fertilizantes. Ao contrário da maioria das empresas do setor que se especializam em uma única tecnologia – química, produto, condição ou estágio do desenvolvimento da planta -, desenvolvemos uma plataforma multidisciplinar e de vários produtos capaz de fornecer soluções durante todo o ciclo das culturas agrícolas, desde o pré-plantio até o transporte e armazenamento. Nossa plataforma é projetada para trazer tecnologias de alto valor para o mercado, de maneira econômica, por meio de uma abordagem de arquitetura aberta. Para mais informações visite   https://biocerescrops.com/.

Sobre a Arcadia Biosciences, Inc. – A Arcadia Biosciences Inc. (Nasdaq: RKDA) desenvolve e comercializa ingredientes alimentares de alto valor e óleos nutricionais que ajudam a atender a demanda do consumidor por uma dieta mais saudável. Os ingredientes de marca GoodWheat ™ da Arcadia proporcionam benefícios de saúde aos consumidores e permitem que as empresas de produtos de consumo diferenciem suas marcas no mercado. As características agrícolas da empresa estão sendo desenvolvidas para permitir que os agricultores de todo o mundo sejam mais produtivos e minimizem o impacto da agricultura no meio ambiente. Para mais informações, visite   www.arcadiabio.com.

Sobre a Verdeca – A Verdeca, uma   joint venture   entre a Bioceres e a Arcadia Biosciences, sediada nos EUA, desenvolve e realiza desregulamentação de variedades de soja com tecnologias agrícolas de última geração. Trabalhando em parceria com produtores sul-americanos, a Verdeca visa fornecer tecnologias que ajudem a aumentar a produtividade das culturas, tornando o uso mais eficiente e sustentável dos recursos terrestres e hídricos. Para mais informações, visite   www.verdeca.com.

TMG – Sou de Algodão
Algodão

TMG – Sou de Algodão

Você conhece o Sou de Algodão? É um movimento brasileiro iniciado pela @abrapabrasil para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. 
Nós da TMG temos orgulho em fazer parte deste movimento como marca apoiadora. 
A ideia é engajar os agentes da cadeia produtiva e da indústria têxtil dessa fibra para mostrar o quanto o algodão brasileiro é valioso. O nosso país é o maior fornecedor de algodão sustentável do mundo e isso é incrível!
O Sou de Algodão colabora justamente para que a jornada deste produto seja ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente responsável. 
Ao escolher o algodão, o consumidor valoriza a origem da peça que está vestindo, ajuda a manter o nosso sistema de produção da fibra e colabora com a economia nacional. Assim, vamos gerando demanda para o nosso produto em uma relação onde todos saem ganhando.

Se você também quer saber mais, apoiar e acompanhar, acesse WWW.soudealgodao.com.br

TMG e PlantArcBio formam parceria global para controle do bicudo do algodão
Produtividade

TMG e PlantArcBio formam parceria global para controle do bicudo do algodão

A TMG – Tropical Melhoramento e Genética, empresa brasileira dedicada à genética e melhoramento de plantas de soja, algodão e milho, e a PlantArcBio, empresa israelense de descoberta de genes Ag-Bio, anunciaram na última semana  uma nova colaboração global em P&D com o objetivo de produzir algodão resistente ao bicudo do algodão (Anthonomus grandis) usando tecnologia RNAi.

Por meio da descoberta e do desenvolvimento da tecnologia RNAi para o controle do bicudo do algodão, o projeto visa combinar a experiência da PlantArcBio em produtos à base de RNAi e a experiência da TMG em melhoramento genético e comercialização de soluções genéticas para algodão.

Com a parceria, a TMG espera desenvolver e entregar com a PlantArcBio uma solução biológica inovadora como mais uma ferramenta para resolver o problema do bicudo do algodão no Brasil e mercados adjacentes. “Esta nova iniciativa de pesquisa será uma parte importante da nossa missão de contribuir com a demanda mundial por alimentos e fibras de uma forma sustentável, que possa beneficiar não apenas os produtores, mas todo o ecossistema”, declara Francisco Soares, diretor presidente da TMG.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de algodão e o segundo maior exportador da pluma. Todos os recursos tecnológicos e pesquisas utilizadas no melhoramento genético têm permitido a expansão da cultura do algodão no país. No entanto, o agricultor brasileiro enfrenta grandes dificuldades no controle do bicudo-do-algodoeiro, demandando elevado número de aplicações de inseticidas e aumentando os danos ao meio ambiente.

“Aproveitando as fortes capacidades de ambas as empresas, podemos desenvolver esta solução para lidar com a praga. Essa tecnologia será 100% biológica e dirigida de forma diferenciada contra o bicudo-do-algodoeiro, sem agredir o meio ambiente, o produtor e o consumidor final. As soluções baseadas em RNAi são a próxima revolução agrícola e estamos na vanguarda”, destaca o Co-CEO da PlantArcBio, Dror Shalitin.

Sobre a TMG

A TMG (Tropical Melhoramento e Genética S/A) é uma empresa independente de melhoramento de soja, algodão e milho sediada no Brasil, com instalações de última geração que permitem o rápido desenvolvimento de novas cultivares, adaptadas a diferentes localidades do globo. A TMG se concentra no desenvolvimento de cultivares de alto rendimento, com tecnologias genéticas que melhoram a saúde das plantas e a lucratividade do agricultor.

Sobre a PlantArcBio

PlantArcBio é uma empresa Ag-Bio pública [TASE: PLNT], com uma plataforma de descoberta de genes Direct-In-Plant (DIP ™) inovadora e protegida por IP. A PlantArcBio descobre e desenvolve novos genes que têm efeitos positivos em plantas, como resistência de insetos, melhoria de rendimento, resistência à seca e tolerância a herbicidas. A PlantArcBio é uma das empresas líderes no desenvolvimento de produtos de RNAi ou produtos de melhoria de rendimento junto com a ICL [NYSE: ICL, TLV: ICL], uma empresa global de fertilizantes. Visite www.plantarcbio.com

Cultivar de soja apresenta rusticidade que dá segurança ao produtor
Soja

Cultivar de soja apresenta rusticidade que dá segurança ao produtor

Lançada na safra 2019/20, a cultivar de soja TMG 2165IPRO é reconhecida no mercado pela rusticidade e alta estabilidade de produção. O seu enraizamento profundo e agressivo permite que a variedade produza bem, mesmo em condições limitantes, como, por exemplo, sob déficit hídrico.

Os atributos também fazem com que a cultivar seja uma excelente opção para áreas com baixo teor de argila e para lavouras de reforma de cana e áreas de pastagem, ambientes comuns nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.

A TMG 2165IPRO também apresenta resistência à fitóftora (raça 1), tem boa adaptação a épocas de semeadura antecipadas e o seu ciclo permite o cultivo de milho segunda safra.

Na safra 2019/20 a cultivar se destacou em várias áreas, em plantios comparativos com cultivares concorrentes do mesmo ciclo. Em Cândido Mota (SP), a TMG 2165IPRO obteve 76,9 sc/ha, enquanto que a concorrente de ciclo 6.6 obteve 68,2 sc/ha. Em Santo Inácio (PR), a produtividade da cultivar TMG foi de 88,8 sc/ha, já a concorrente de ciclo 6.6 obteve 67,3 sc/ha.

Os resultados da safra passada exemplificam o desempenho da TMG 2165 em sua região de adaptação e, se você deseja saber mais sobre a cultivar, fale com um Representante Técnico Comercial da TMG em sua região. Acesse contatos aqui.

Cultivar com ampla resistência a cisto muda a realidade de agricultores em Querência
Soja

Cultivar com ampla resistência a cisto muda a realidade de agricultores em Querência

Produtores rurais em Querência, na região do Vale do Araguaia em Mato Grosso há 16 anos, Pedro Algeri e seu genro, Daniel Fischer Gress, produzem soja e milho safrinha numa área de 150 hectares. O nematoide de cisto está presente no solo da fazenda, com maior infestação da raça 4. Mas a preocupação com o patógeno já não é mais a mesma, desde que os agricultores optaram por conhecer a cultivar TMG 2381IPRO.

O agricultor Pedro conta que, ao longo de várias safras, a família testou mais de dez variedades de soja e a produtividade máxima alcançada foi em média 60 sacas por hectare. Em alguns anos, relata, o resultado foi de pouco mais de 50 sc/ha. A partir da safra 2019/20 essa situação, porém, mudou. Eles plantaram 60 hectares com a cultivar TMG 2381IPRO, que tem Ampla Resistência a Cisto, um atributo de melhoramento genético desenvolvido pela TMG. A cultivar foi a aposta dos agricultores para ter mais segurança e produtividade na lavoura.

Neste primeiro ano a colheita da variedade confirmou a expectativa e rendeu 79 sc/ha. “Todas que testamos ao longo do tempo eram do mesmo ciclo de 100 a 115 dias, mas nunca iam bem, um ano antes da 2381 chegamos a colher só 47 sacas”, conta Daniel.

Na safra atual a área com a TMG 2381 cresceu e foi para 140 hectares. O plantio aconteceu em 15 de outubro e a lavoura está próxima da dessecação. A previsão, segundo Pedro Algeri, é colher até o dia 5 de fevereiro. O genro Daniel aposta no resultado entre 70 e 80 sc/ha. “Estamos muito otimistas com a cultivar, a lavoura está muito bonita, tem chovido bem e sabemos que ela aguenta chuva na colheita, com fé em Deus teremos uma excelente safra", ressalta ele.

Outra característica da cultivar, que é a de não ter problema com porte em caso de veranico, também surpreendeu os agricultores. “Após 30 dias de plantio pegamos 16 dias de veranico e ela aguentou bem, já as outras três variedades que estão em teste aguentaram menos devido não ter a resistência a cisto”, explica Pedro.

As sementes da safra 2021/22 da TMG 2381IPRO já estão garantidas na Fazenda Del Piero, que manterá a cultivar como carro-chefe por trazer segurança para veranico e cisto, além de rentabilidade ao negócio da família. A ampla resistência da TMG 2381 cobre as raças 1, 3, 4, 5, 6, 9, 10 e 14.

Nematoide de cisto da soja

Muito comum em todas as regiões produtoras do Brasil, o Nematoide de Cisto da Soja (NCS), Heterodera glycines, é o que tem maior poder de causar perdas, entre 5% e 30% em locais com baixas infestações, e até 70% naqueles com maior incidência. A ocorrência desse patógeno é mais prevalente no Mato Grosso, atingindo principalmente as regiões Sudeste, Médio-Norte e a Parecis.

Segundo a Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN), somente o nematoide de cisto está presente em aproximadamente três milhões de hectares da cultura da soja, que é considerada sua principal hospedeira. Neste contexto, a utilização de cultivares com ampla resistência é uma opção que pode trazer rentabilidade para o produtor que precisa lidar com o problema.

Safra de soja 2020/21 impõe desafios climáticos do plantio à colheita
Soja

Safra de soja 2020/21 impõe desafios climáticos do plantio à colheita

A safra de soja 2020/21 tem sido marcada por condições climáticas pouco favoráveis para a cultura. No início, a falta de chuva ocasionou o atraso de plantio em quase todas as regiões produtoras e agora, na reta final, a irregularidade pluviométrica continua e ainda há o desafio da colheita, que em muitos locais irá coincidir com um período mais chuvoso.

Mesmo com tantos dados disponíveis sobre o clima, é difícil para o produtor rural mensurar o tamanho do problema com antecedência, afinal, a agricultura é a chamada “indústria a céu aberto”. Uma safra atípica como essa, em relação às condições climáticas, reforça a importância das decisões mais acertadas na hora de escolher a cultivar de soja que vai entrar na área, considerando seus atributos genéticos.

A TMG 2383IPRO, da TMG – Tropical Melhoramento e Genética, é uma das cultivares de soja que entrega muitas vantagens competitivas principalmente em safras tão desafiadoras como a 2020/21. Além de ser uma grande campeã de produtividade, tem ampla adaptabilidade de plantio, sendo fácil de ser trabalhada em diferentes regiões do cerrado brasileiro, e boa sanidade foliar.

  A cultivar é resistente ao nematoide de cisto da soja das raças 1 e 3, tem boa capacidade de engalhamento e tolera bem a chuva na colheita. Gerente da Fazenda JC, do Grupo Copetral, de Sinop (MT), Cleibe Henrique da Costa destaca os diferenciais competitivos da cultivar que a colocaram como carro-chefe do grupo. “Estamos na terceira safra da TMG 2383IPRO e desde os primeiros testes representativos a gente tem visto uma taxa de produção alta, por isso resolvemos investir mais. Ano passado tivemos uma área expressiva e constatamos certos talhões com 80 sacas por hectare. É um material que aguenta mais a chuva e a tendência é a gente continuar com a TMG 2383 no portfólio como nosso carro-chefe”, conta.

Concorrentes

O alto teto produtivo da TMG 2383IPRO foi comprovado em mais de 700 comparativos, de áreas comerciais e experimentos, considerando 12 principais concorrentes, nas duas últimas safras (2018/19 e 2019/20). O levantamento mostrou que a média de produtividade da cultivar foi de 74,5 sc/ha, com ganho médio de 3,5 sc/ha frente à média das concorrentes, em todas as regiões de Mato Grosso, em Goiás, na região MAPITOPA e Bahia. A cultivar teve produtividade superior em 66% do total de ensaios ao longo dos dois anos.

Para a safra 2021/22, a TMG 2383IPRO está disponível em diversos canais que multiplicam as variedades da TMG para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia. Os contatos dessas empresas são encontrados aqui.

“Não arrisque na safra 2021/22, essa é a mensagem que deixamos como alerta ao produtor. Fazer escolhas que indicam a certeza do melhor resultado é muito mais inteligente, pois em nenhuma safra é possível saber como ela será por completo e temos visto o quanto o produtor tem sofrido com os problemas da atual safra”, destaca Célio Neiva, gerente comercial da TMG em Mato Grosso.

Veja mais produtividades da TMG 2383 aqui.

Cultivar mais plantada do Brasil gera mais rentabilidade frente à concorrente
Algodão

Cultivar mais plantada do Brasil gera mais rentabilidade frente à concorrente

A TMG 44B2RF, cultivar de algodão líder de plantio na safra 2019/20 segundo pesquisa BIP® da Spark 2020, foi destaque de um estudo de caso nessa safra no sul de Mato Grosso com incremento de 37% na rentabilidade, em  relação a uma cultivar concorrente de mesmo ciclo. O percentual equivale a 20 @ de pluma por hectare de lucro para o produtor.

De acordo com o comparativo fornecido pelo produtor rural, a cultivar TMG obteve várias vantagens competitivas, como menor custo com fungicida e inseticida. Entre todos os gastos operacionais, a redução com a TMG 44B2RF em relação à concorrente foi de 24%, o mesmo que 19 @ de pluma/ha.

A economia com fungicida chama a atenção. Enquanto o custo da TMG 44 foi de 1,9  @ de pluma/ha, equivalente a três aplicações, a concorrente teve o custo de 5,2  @ de pluma/ha e seis aplicações. A diferença se deve à presença da  Tecnologia RX, de tolerância à ramulária,  atributo com importância econômica e ambiental  presente na TMG 44B2RF.

Além da economia no custo, a produtividade em pluma foi de 1,4 @/pluma por ha a mais para a cultivar TMG, que obteve 131,8 @ de pluma/ha, enquanto a concorrente 130,4 @ de pluma/ha.  

O estudo considerou valor médio a R$ 90,00 @/pluma e rendimento de fibra de 40% para ambas cultivares.

Cultivar TMG 44 B2RF é líder de plantio na safra 2019/20
Algodão

Cultivar TMG 44 B2RF é líder de plantio na safra 2019/20

A TMG – Tropical Melhoramento e Genética apresenta, há mais de cinco safras, crescimento no mercado nacional de sementes de algodão. Com participação atual de 38%, ocupa mais de 1/3 de toda a área plantada com a cultura no Brasil. A pesquisa BIP® (Business Inteligence Panel) da Spark, divulgada no mês de agosto e com dados da safra de algodão 2019/20, concluiu que pela segunda safra seguida a cultivar líder de mercado é da TMG. A TMG 44 B2RF foi a mais plantada no Brasil e em Mato Grosso.

O levantamento aponta, ainda, os fatores de escolha da TMG 44 B2RF, cultivada em 24% das lavouras, segundo a pesquisa. Entre os principais motivos de compra da cultivar, indicados pelos produtores entrevistados, estão a qualidade de fibra, a produtividade e a resistência às doenças fúngicas. “Estamos trabalhando para alcançar a liderança em sementes de algodão no país em breve, portanto, o reconhecimento do cotonicultor é para nós uma grande responsabilidade porque sabemos da importância de contribuir com a agricultura”, pontua Francisco Soares, diretor presidente da TMG.

Em mais uma safra, a TMG 44 B2RF é destaque de alta produtividade em todo o cerrado, principalmente Mato Grosso, Bahia e Mato Grosso do Sul. Entre os inúmeros resultados dos produtores de algodão com a cultivar líder de plantio, um é da Fazenda Ceolin, localizada em São Desidério, oeste baiano, que colheu 421 arrobas por hectare (@/ha), em área de 281 hectares. Em Costa Rica (MS), o resultado da Fazenda Conquista foi de 381,4 @/ha em 270 ha.

Empresa multiplataforma em biotecnologias

Com a missão de desenvolver soluções genéticas para entregar produtividade e rentabilidade aos agricultores, a TMG conduz seu Programa de Melhoramento Genético de Algodão com diversas parcerias em biotecnologias, as mais modernas do mercado, o que permite incorporar às cultivares TMG características que são primordiais para o cotonicultor. “Somos multiplataforma em biotecnologias porque as parcerias inovadoras estão em nosso DNA e buscamos nos antecipar às necessidades do produtor e do campo, que são sempre desafiadoras”, destaca Francisco.

A prova disso é que hoje a TMG já oferece ao mercado praticamente todas as biotecnologias disponíveis para a cultura. Para a safra 2020/21, a companhia lançou duas novas cultivares WideStrike®3, da Corteva Agriscience.

A cultivar TMG 50 WS3 tem como pontos fortes a precocidade, o alto potencial produtivo, tolerância à ramulária e ótima qualidade de fibra. A TMG 91 WS3 é uma cultivar de alto teto produtivo também, com destaque para sua ampla adaptabilidade, excelente arranque inicial e boa sanidade de planta. Além de Mato Grosso e Bahia, são indicadas para Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Minas Gerais e São Paulo.

O portfólio completo pode ser conferido no Giro Tecnológico do Algodão, gravado em lavouras de todas as regiões que produzem pluma e com direcionamentos técnicos para o produtor ter excelentes resultados. Acesse www.tmg.agr.br/giroalgodao.

 

Texto publicado originalmente no Anuário de Algodão 2020, editado pela Editora Gazeta, distribuído em outubro/20.

AgBiome e TMG se unem para desenvolver algodão resistente ao bicudo
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AgBiome e TMG se unem para desenvolver algodão resistente ao bicudo

A AgBiome, líder no desenvolvimento de produtos biológicos inovadores e a TMG – Tropical Melhoramento e Genética, empresa brasileira de melhoramento genético de soja, algodão e milho, anunciaram hoje uma parceria global de pesquisa e desenvolvimento. O objetivo é descobrir e desenvolver novos modos de ação para o controle do Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) através de transgenia.

A parceria irá unir a plataforma de sucesso Genesis da AgBiome com o germoplasma e Programa de Melhoramento de Algodão da TMG para fornecer soluções genéticas aos agricultores em todo o mundo. Com a adoção dessas futuras tecnologias, o número de aplicações de inseticidas para o controle do bicudo pode ser reduzido, impactando muito menos o meio ambiente e, ainda, pode aumentar significativamente a rentabilidade do produtor rural.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de algodão e o segundo maior exportador da fibra, com a TMG presente em 38% das lavouras de algodão do cerrado brasileiro na safra 2019/20. No Brasil e mercados adjacentes, o controle químico é hoje uma das principais formas de manejo do bicudo-do-algodoeiro nas lavouras.

“Nos Estados Unidos, a erradicação do bicudo tem sido bastante bem-sucedida. Internacionalmente e em países como o Brasil, a praga persiste e só é controlada com múltiplas aplicações de produtos químicos. Estamos entusiasmados para começar nosso trabalho com a TMG e esperamos descobrir novas soluções que são tão eficazes quanto as existentes hoje”, destaca Dan Tomso, diretor de Negócios da AgBiome.

Para Francisco Soares, diretor presidente da TMG, a parceria é promissora. “Os recursos e capacidades complementares que a TMG e a AgBiome trazem para esta parceria fornecerão inovações fundamentais para o sucesso futuro dos produtores de algodão”, completa.

Tracy Raines, diretora de Inovação da AgBiome, pontua que parcerias globais são importantes para a missão da empresa de fornecer soluções de proteção de cultivos e aos agricultores em todo o mundo. “Esta colaboração alavanca os pontos fortes de ambas as organizações para desenvolver uma solução para mitigar um problema tão devastador para os produtores de algodão”.

Alexandre Garcia, gerente de Pesquisa da TMG, pontua que a companhia tem uma longa história de fornecimento de soluções genéticas que, ao longo dos anos, vem contribuindo para a demanda mundial por alimentos e fibras de forma sustentável. “Esta nova iniciativa de pesquisa está perfeitamente alinhada com nossa estratégia e mostra o compromisso que ambas as empresas têm em trazer as melhores alternativas para os produtores”, define.

 

Sobre a TMG

A TMG (Tropical Melhoramento e Genética S/A) é uma empresa independente de melhoramento de soja, algodão e milho com base no Brasil, com instalações de última geração que permitem o desenvolvimento rápido de novas cultivares, adaptadas a diferentes locais do mundo. A TMG está focada em desenvolver soluções genéticas para entregar produtividade e rentabilidade aos agricultores, que contribuam para atender a demanda mundial de grãos e fibras de forma sustentável. No algodão, a empresa desenvolve há 16 anos um programa de melhoramento genético focado nas necessidades dos cotonicultores e também foi pioneira ao lançar cultivares com tolerância à ramulária, principal doença do algodoeiro. Essas inovações levam um número maior de benefícios ao campo e ajudam a reduzir os custos de produção. 

Sobre a AgBiome®

 

AgBiome® faz parceria com o mundo microbiano para melhorar nosso planeta. A AgBiome descobre e desenvolve produtos biológicos e características inovadoras para proteção de culturas. A plataforma de descoberta patenteada GENESIS ™ captura com eficiência diversos micróbios únicos para aplicações relevantes para a agricultura e os analisa com os melhores ensaios da indústria para controle de insetos, doenças e nematoides. Por meio de sua subsidiária comercial, a AgBiome desenvolve e vende soluções próprias de proteção de cultivos. O primeiro deles, Howler®, é um fungicida revolucionário para o controle de doenças em uma ampla variedade de culturas. A AgBiome e a Genective formaram recentemente uma parceria estratégica para estabelecer um novo líder em características de insetos, um mercado com mais de U$ 5 bilhões em oportunidades anuais. A AgBiome tem uma colaboração global de P&D com a Elanco Animal Health Incorporated (NYSE: ELAN), para desenvolver produtos de saúde nutricional para suínos. A subsidiária LifeEDIT ™ da AgBiome implementa sistemas próprios de edição de genoma para tratar doenças genéticas humanas e características de cultivo de alto valor. Para obter mais informações, visite http://agbiome.com.

O vazio sanitário terminou, já posso plantar?
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O vazio sanitário terminou, já posso plantar?

Por enquanto, o Paraná é o único estado autorizado a iniciar o plantio da soja, com o fim do período de vazio sanitário nesta quinta-feira, 10. Outros cinco estados estarão aptos para a semeadura no próximo dia 15 de setembro, que são Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Rondônia, Minas Gerais e Pará, além do Paraguai.   No entanto, não é somente o fim do vazio sanitário que permite que as máquinas agrícolas entrem nas áreas sojícolas para estabelecer mais uma safra. O clima, que às vezes é vilão e  às vezes é mocinho, é que vai determinar, principalmente, a data inicial de plantio nas diversas regiões do Brasil.

Então vamos saber como e quando as chuvas vão acontecer e proporcionar o melhor momento de início da safra de soja?  De acordo com o agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antônio dos Santos, as áreas de instabilidade ainda vão continuar sobre a região Sul do Brasil, mais especificamente sobre o Rio Grande do Sul  e  Santa Catarina, nesta semana. Essas áreas de instabilidade provocarão chuvas volumosas na região de divisa entre esses estados, o que permitirá uma elevação dos níveis de umidade do solo, favorecendo assim, o desenvolvimento das lavouras de inverno, bem como o plantio  de milho e arroz.

Nesta sexta-feira (11)  e também no sábado (12), novas áreas de instabilidade estarão ganhando força e com isso há previsões de que novas pancadas de chuva, até mesmo com maiores volumes, sejam registradas sobre a metade sul do Rio Grande do Sul, entre sua divisa com o Uruguai, ampliando ainda mais os níveis de umidade do solo e, dessa forma, favorecem a elevação dos reservatórios para o plantio do arroz, bem como  do milho.

Ao longo da próxima semana, esse sistema deverá avançar um pouco mais nas regiões produtoras do Paraná e do Paraguai, levando chuvas pontuais e de fraca intensidade. A partir dos dias 16 e 17 de setembro já começam a ocorrer chuvas, principalmente sobre as regiões Oeste e Sul do Paraná. "Mas nas demais regiões do Brasil o tempo seguirá aberto e sem nenhuma previsão de chuvas e as temperaturas continuarão subindo", explica o profissional.

Boa notícia – a partir dos dias 19 e 20 deste mês, as áreas de instabilidade começam a ganhar ainda mais força e há previsão de que uma nova frente fria ocasione chuvas, agora sobre o Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Dessa forma, daqui a dez dias, novas áreas de instabilidade, associadas a frentes frias, estarão provocando chuvas sobre grande parte das regiões produtoras de Rondônia, oeste de Mato Grosso (Parecis), Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e podem ocorrer, também, na região Sul de Minas Gerais.

A partir do dia 20, destaca Marco Antônio, as chuvas começam a ocorrer, gradativamente, de forma irregular, pontual e de baixa intensidade sobre as regiões Sudeste e Centro-Oeste, possibilitando que um ou outro produtor seja beneficiado e consiga iniciar seu plantio de soja. Além disso, essas chuvas, apesar de estarem ocorrendo a partir do dia 20 a 25 de setembro, não serão sinônimos da regularização do regime de chuvas, que só deverá ocorrer de fato, sobre as regiões produtoras do cerrado, a partir de 10 de outubro.

O alerta que fica é: até o início das chuvas sobre o cerrado, no dia 25, elas continuarão bastante concentradas no Sul do Brasil, em especial Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mas ocorrendo chuvas também no Paraná, Paraguai e sul do Mato Grosso do Sul. "Isso vai possibilitar que os paranaenses iniciem o plantio já no final da próxima semana", orienta o agrometeorologista.

 

Fonte: Rural Clima – Agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, em seu Alerta Agroclimático desta quinta-feira, 10 de setembro.